ADF

ADF is a professional military magazine published quarterly by U.S. Africa Command to provide an international forum for African security professionals. ADF covers topics such as counter terrorism strategies, security and defense operations, transnational crime, and all other issues affecting peace, stability, and good governance on the African continent.

O Major-General Hendrick Thuthu Rakgantswana tornou-se chefe do Comando do Braço Aéreo do Botswana em 2021, depois de ter servido na Força Aérea desde 1986. Rakgantswana serviu como comandante de esquadrão do Esquadrão de Mobilidade Aérea de Asa Fixa e pilotou o jacto presidencial. Foi também director de operações da Força Aérea e comandante da Base Aérea de Thebephatshwa, a principal base aérea da Força de Defesa do Botswana, a cerca de 100 quilómetros da capital, Gaborone. Rakgantswana falou com a ADF a 28 de Fevereiro de 2023, o primeiro dia do Simpósio dos Chefes das Forças Aéreas Africanas, em…

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EQUIPA DA ADF Quatro missões de manutenção da paz das Nações Unidas em África estão a trabalhar para desacreditar as campanhas de desinformação destinadas a minar a sua credibilidade. As missões de manutenção da paz da MONUSCO, na República Democrática do Congo (RDC), da MINUSCA, na República Centro-Africana (RCA), da MINUSMA, no Mali, e da UNMISS, no Sudão do Sul, estão a trabalhar nas referidas campanhas. O fim da missão no Mali está previsto para o final de 2023. A ONU salienta que as iniciativas são uma forma de lutar contra as falsidades que alimentam a raiva e a violência.…

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EQUIPA DA ADF Uma equipa de investigadores internacionais em matéria de segurança cibernética identificou recentemente mais de 20.600 sites suspeitos associados a perdas financeiras estimadas em 40 milhões de dólares em África. A Africa Cyber Surge II foi uma operação conjunta de quatro meses da Interpol e da Afripol que envolveu 25 países de todo o continente. A iniciativa teve início em Abril e, em Agosto, resultou na detenção de 14 pessoas que praticavam burlas na internet em países como Camarões, Ilhas Maurícias e Nigéria. A operação seguiu-se à primeira Cyber Surge em África, realizada em 2022. Segundo os especialistas,…

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EQUIPA DA ADF No rescaldo imediato do golpe militar no Níger, em finais de Julho, as respostas formais e informais da Rússia foram contraditórias. O porta-voz do Kremlin apelou à libertação imediata do presidente nigerino, Mohamed Bazoum, que se encontra detido, e apelou ao regresso à ordem. No entanto, o chefe do Grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, ofereceu-se para instaurar uma nova ordem com os seus famosos mercenários. Numa gravação de voz publicada na rede social Telegram, este elogiou a junta do Níger, denunciou a antiga potência colonial francesa e espalhou desinformação. “Depois do golpe de Estado no Burquina Faso, em…

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EQUIPA DA ADF Na madrugada de 29 de Agosto, as autoridades gabonesas anunciaram que o Presidente Ali Bongo tinha ganho as eleições polémicas que lhe deram um controverso terceiro mandato. Gyldas A. Ofoulhast-Othamot, professor assistente de ciência política no St. Petersburg College, nos Estados Unidos, disse que há muitas provas de que o processo eleitoral foi falho, na melhor das hipóteses, e manipulado, na pior. “Imediatamente após a votação, a internet foi cortada e foi instaurado um recolher obrigatório, o que raramente é sinal de um regime confiante de que ganhou nas urnas,” escreveu numa análise de 1 de Setembro…

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EQUIPA DA ADF Um grupo extremista violento quase duplicou o território que controla no Mali, depois de a junta no poder ter cortado os laços com as forças de manutenção da paz internacionais e ter dado poder a mercenários russos brutais. As ramificações estão a agitar o norte do Mali, onde os problemas começaram há 11 anos com uma revolta islamista e continuam a proliferar no vizinho Burquina Faso, a sul. Nesse país, os militantes dominam o norte, o leste e o oeste desde que um golpe de Estado destituiu o governo civil, em 2022. Dois grupos são responsáveis pela…

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EQUIPA DA ADF Desde o início da violência no Sudão, em Abril, o fluxo de armas contrabandeadas para o país fortemente armado tornou-se uma inundação. “Costumávamos receber um carregamento de três em três meses, mas agora estamos a receber de duas em duas semanas,” Wad al-Daou, um traficante de armas, disse à Agence France-Presse (AFP). “A procura de armas aumentou de tal forma que não conseguimos satisfazê-la.” Desde 15 de Abril que se registam combates em Cartum e arredores entre as Forças Armadas do Sudão (SAF), lideradas pelo General Abdel Fattah al-Burhan, e as Forças de Apoio Rápido (RSF), lideradas…

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EQUIPA DA ADF Abu Bakr al-Iraqi, o líder do grupo do Estado Islâmico (EI) no Sudão, financia secretamente as suas operações, através de empresas na Turquia, segundo um relatório recente das Nações Unidas. Os investigadores informaram o Conselho de Segurança da ONU que al-Iraqi tem várias actividades comerciais na Turquia e no Sudão, incluindo casas de câmbios e uma agência de turismo que abriu sob identidades falsas. O EI tem uma base de apoio no Sudão desde 2019. As operações de al-Iraqi no Sudão incluem 100 a 200 combatentes do EI que, segundo o relatório da ONU, são “operadores experientes,…

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EQUIPA DA ADF Em Agosto de 2022, uma gravação de áudio tornou-se viral no WhatsApp e nas redes sociais do Burquina Faso. A mensagem apelava aos burquinabês “nativos” que se revoltassem e “exterminassem” os membros do grupo étnico Fulani. Lionel Bilgo, porta-voz do Governo, considerou a gravação “arrepiante.” “Estas palavras são extremamente graves e equivalem aos excessos da Radio Mille Collines que conduziram ao genocídio no Ruanda, uma das piores tragédias da humanidade,” escreveu. O incidente não foi isolado. Em todo o continente, os confrontos entre pastores Fulani e comunidades agrícolas estão a alimentar o ódio e a dar origem…

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EQUIPA DA ADF A famosa floresta de Sambisa, no nordeste da Nigéria, é conhecida pelas suas árvores baixas e matagais densos, que castigam qualquer pessoa suficientemente insensata para a atravessar sem uma catana. Estende-se por 512 quilómetros quadrados no Estado de Borno e tem servido de refúgio ao Boko Haram e a militantes associados. Durante anos, o Boko Haram e a Província da África Ocidental do Estado Islâmico (ISWAP) utilizaram a floresta implacável como uma base de operações. O Boko Haram raptava jovens raparigas e escondia-se na floresta. Os militantes emergiam do mato, atacavam as forças de segurança e desapareciam…

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