Forjadas No Fogo

As Experiências das Nações Africanas em Pandemias Anteriores Ajudam-nas a Enfrentar a Ameaça da COVID-19

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EQUIPA DA ADF

À medida que uma nova doença respiratória assustadora alastrava-se na China Ocidental e eventualmente seguia em direcção à Europa, a África estava a lidar com vários outros surtos de doenças infecciosas.

Na República Democrática do Congo (RDC), os trabalhadores tentavam mitigar uma resistente epidemia do Ébola, que começou em Agosto de 2018, na parte oriental daquela nação. Em Janeiro de 2019, um surto de sarampo atingiu a RDC, infectando mais de 300.000 pessoas até meados de Março de 2020. Na Nigéria, oficiais de saúde estavam a enfrentar o seu maior surto de sempre da febre Lassa, uma doença sazonal transmitida por ratos e espalhada através dos seus dejectos.

Tudo isso aconteceu quando o continente também enfrentava surtos sazonais de cólera e as ameaças sempre presentes de malária, febre amarela e tuberculose. A África Austral continuava a enfrentar o profundo problema de HIV/SIDA, que, durante décadas, foi uma preocupação de saúde. A sombra do surto do Ébola da África Ocidental de 2014-2016, que matou mais de 11.000 pessoas na Guiné, Libéria e Serra Leoa, ainda perturbava o continente.

Foi neste contexto que o SARS-CoV-2, o coronavírus que causa a COVID-19, entrou no Egipto e depois passou para Argélia. O primeiro caso da África Subsaariana surgiu na Nigéria depois que um italiano chegou a Lagos vindo de Milão, no dia 24 de Fevereiro de 2020, sem sintomas, reportou o canal France 24. Quatro dias depois, este homem esteve em quarentena num hospital de Yaba.

A elevada taxa de infecção da COVID-19, combinada com a inexistência de uma vacina ou de um tratamento medicinal eficaz, aumentou o espectro da catástrofe no continente de 1,2 bilhões de pessoas. Até princípios de Maio de 2020, a África tinha registado 54.027 casos de COVID-19 em 53 países e 2.074 mortes.

Mais uma vez, uma doença mortal estava mesmo à porta de África. Mas à medida que as nações se preparavam para o pior, funcionários de saúde, oficiais do governo e pessoal de segurança exibiam grandes conhecimentos, destreza e capacidade de previsão. A experiência e a resiliência seriam as suas maiores armas.

Paramédicos da Argélia vestem roupas de protecção numa unidade especial do Hospital de El-Kettar para o tratamento de doentes de COVID-19. Argélia foi o segundo país de África a registar um caso do vírus. AFP/GETTY IMAGES

NIGÉRIA ENTRA EM ACÇÃO

Quando começou o surto do Ébola da África Ocidental de 2014, alguns – incluindo a Organização Mundial de Saúde (OMS) – receberam críticas pelas suas reacções lentas. Contudo, a Nigéria não foi um deles.

Embora não estivesse no epicentro do surto, o Ébola chegou à parte mais densamente povoada da nação, no dia 20 de Julho de 2014, de acordo com a Scientific American. Dentro de poucas semanas, 19 pessoas contraíram a doença. Estavam reunidas as condições para que o desastre acontecesse, mas os oficiais de saúde da Nigéria responderam com três tácticas fundamentais:

  • Rastreamento rápido e minucioso de todos os potenciais contactos.
  • Monitoria contínua dos contactos.
  • Isolamento rápido dos potencialmente infectados.

As acções paralisaram de forma súbita o vírus mortal, limitando o número de casos a nível nacional em apenas 20.

O Ébola é muitas vezes mais mortal do que a COVID-19; a sua taxa de mortalidade aproximou-se dos 50% na pandemia da África Ocidental, entretanto é mais difícil de ser transmitida de uma pessoa para outra. É necessário que haja contacto directo com fluidos corporais tais como sangue, fezes e outras secreções e tecidos. Descobriu-se que certas práticas de funerais tradicionais eram uma forma comum de transmissão.

A COVID-19 espalha-se com muito mais facilidade. As pessoas apenas precisam de apertar a mão de alguém infectado ou entrar em contacto com uma superfície que a pessoa tenha tocado e depois tocar na sua cara para introduzir o patogénico no seu corpo. O vírus também pode entrar durante a respiração por via de gotículas de água libertadas durante tosses e espirros. Por ser menos mortal e pelo facto de muitas pessoas nunca apresentarem sintomas, a COVID-19 espalha-se muito mais rapidamente e para mais longe do que o Ébola. Isto também faz com que seja muito mais provável que os sistemas de saúde fiquem sobrecarregados, mesmo em nações altamente desenvolvidas.

Em 2018, a Nigéria activou em pleno o Centro de Controlo de Doenças da Nigéria (NCDC) e implantou, em todo o país, uma rede de laboratórios, que podia rapidamente identificar casos da doença, de acordo com a revista The Scientist. Desde a eclosão da COVID-19, o NCDC levou a cabo intensas campanhas de envolvimento popular para encorajar práticas seguras e sanitárias.

O aumento da capacidade da Nigéria foi validado depois do surgimento do seu primeiro caso de COVID-19. Funcionários de saúde colheram, testaram e analisaram amostras do viajante italiano que trouxe o vírus para a nação. Os técnicos sequenciaram o genoma dessas amostras no Centro Africano de Excelência para Genomas de Doenças Infecciosas, na Redeemer’s University. Foi a primeira análise do SARS-CoV-2 em África.

Dr. Chikwe Ihekweazu, director-geral do Centro de Controlo de Doenças da Nigéria REUTERS

Esta realização marca a capacidade da Nigéria de contribuir para uma pesquisa importante da genómica da doença e da evolução das contaminações em tempo real, disse Chikwe Ihekweazu, director-geral do NCDC. Também mostra que as nações investiram na capacidade de diagnóstico.

“Quer a ferramenta seja utilizada para surtos de doença ou para vigilância rotineira, agora temos a capacidade de realizar sequenciamento a nível nacional, que tradicionalmente tem sido feito por meio de colaborações com laboratórios de fora do país,” disse Ihekweazu a The Scientist.

A Nigéria também tem sido agressiva no rastreamento de passageiros que entram pelos aeroportos e através de visitas porta-a-porta de modo a travar o avanço da COVID-19. A OMS coordenou e deu o seu apoio técnico ao pessoal dos terminais de chegada do Aeroporto Internacional Murtala Muhammed, em Lagos.

Em meados de Março, a monitoria dos passageiros incluía formulários de auto-preenchimento e medições de temperatura. Uma enfermeira também observava os passageiros para procurar quaisquer sinais visíveis de doença. As pessoas que apresentassem tais sinais ou que declarassem estar doentes ou que tivessem estado expostas eram conduzidas a um rastreamento adicional.

No dia 10 de Abril, a Nigéria enviou funcionários de saúde para casas e postos de saúde em Lagos, uma cidade de 21 milhões de pessoas, para realizarem inquéritos electrónicos sobre sintomas de COVID-19. “Este é um esforço para intensificar a nossa busca por possíveis casos de COVID-19 nas diferentes comunidades espalhadas pelo Estado,” disse o Comissário de Estado de Lagos para a Saúde, Akin Abayomi, à Radio France Internationale.

Em meio a estes esforços de vigilância da doença, a Nigéria e outros países também estavam a empregar uma das mais importantes armas utilizadas no surto de Ébola: o rastreamento de contactos. Esta técnica é essencial para qualquer grande surto de doença contagiosa. A pessoa doente inicial é isolada e tratada. De seguida, qualquer outra pessoa que possa ter estado perto da mesma é também rastreada e testada para verificar se tem algum sintoma. Faz-se a monitoria dos contactos sem sintomas até que tenha passado o período de incubação. Caso esses contactos apresentem algum sintoma, são isolados e tratados. Depois os seus contactos são igualmente rastreados, e assim por diante.

Sempre que possível, é importante manter os pacientes de COVID-19 isolados dos outros que estejam a receber tratamento médico. Muito cedo, a Nigéria criou clínicas de isolamento separadas para evitar sobrecarregar o seu sistema de saúde à medida que os casos aumentavam, de acordo com um estudo feito pelo Centro de Estudos Estratégicos de África (CEEA). O mesmo modelo encontra-se agora em vigor em cerca de 20 países.

As nações estão a demonstrar que aprenderam da experiência que tiveram com o Ébola e outros surtos de doenças, referiu o estudo do CEEA. As nações que estabeleceram centros de isolamento durante os surtos de Ébola de 2014 e da RDC estão a reabri-los para isolar pacientes de COVID-19 dos centros de saúde normais. As experiências anteriores também reforçaram a necessidade de focalizar-se mais nas medidas de prevenção em detrimento de tratamentos terapêuticos.

Uma mulher somali vende frutas a um cliente parado num círculo como forma de manter o distanciamento social num mercado de Mogadíscio. REUTERS

ÁFRICA DO SUL LIDERA A TESTAGEM

Na África do Sul, anos de tratamento e rastreamento de tuberculose e HIV deixaram os oficiais de saúde com conhecimento e infra-estruturas para realizarem a testagem em grande escala.

Especialistas olham para a testagem massiva como sendo a forma de seguir o rasto da propagação do vírus enquanto se certificam que as pessoas infectadas sejam isoladas e tratadas e os seus contactos testados. A África do Sul respondeu a esta necessidade destacando unidades de testagem móveis e centros de rastreamento nas suas cidades mais densamente povoadas, onde cerca de 25% dos 57 milhões de habitantes da nação vivem, reportou a Associated Press (AP).

A grande densidade populacional, uma condição comum de muitos centros urbanos de África, representa um desafio. O distanciamento social, uma táctica crucial na luta contra a COVID-19, é virtualmente impossível nestes lugares. Famílias numerosas, em muitos casos, partilham um único quarto e as casas encontram-se muito próximas umas das outras. A lavagem das mãos também é um problema quando, às vezes, centenas de pessoas são obrigadas a partilhar uma única torneira. Todas estas condições fazem com que a testagem seja crucial.

“Estas são zonas onde existe uma elevada concentração de pessoas com HIV e TB, as quais estão em risco de ter sintomas graves,” disse à AP o virologista de Durban, Denis Chopera, director executivo da Rede da África Subsaariana para a Pesquisa de Excelência de TB/HIV. “Estas são zonas que podem rapidamente se tornar em pontos críticos.”

A África do Sul esperava realizar 30.000 testes de COVID-19 por dia até ao final de Abril de 2020. Isso a colocaria entre os melhores de África.

“Possuímos infra-estrutura de testagem, histórico e experiência de testagem sem precedentes no mundo,” disse à AP Francois Venter, do Instituto de Saúde Reprodutiva e HIV de Wits, na Universidade de Witwatersrand. É uma oportunidade que não nos podemos dar ao luxo de desperdiçar.”

A África do Sul há muito tempo vem usando um teste de TB que produz resultados em poucas horas. O sistema, que extrai material genético para obter resultados, levou ao desenvolvimento de um teste de COVID-19, reportou a AP. Esperava-se que a nação começasse a utilizá-lo na primavera. Esse teste é muito mais rápido do que os testes convencionais com recurso a zaragatoas nasofaríngeas.

“Isso diminuirá drasticamente o nosso tempo de testagem e as máquinas menores poderão ser colocadas em veículos móveis, que são ideais para a testagem comunitária,” disse à AP o Dr. Kamy Chetty, PCA do Serviço Nacional de Laboratórios de Saúde.

Um trabalhador da Cruz Vermelha do Quénia entrega desinfectande das mãos num dos bairros pobres de Nairobi para combater a propagação da Covid-19. É difícil garantir-se o distanciamento social nestas zonas e água limpa para a lavagem das mãos pode ser escassa. AFP/GETTY IMAGES

O NOVO DESAFIO DA ÁFRICA OCIDENTAL

O vírus Ébola deixou uma impressão duradoira na Guiné-Conacri, Libéria e Serra Leoa. Todos esses três países estavam despreparados para o vírus mortal e a sua capacidade de resposta dependia amplamente da ajuda de outras nações de África e de outras partes. Contudo, quando se espalhou a notícia da COVID-19, as fortes ligações da região com a China levaram-na a responder cedo e com uma riqueza de previsão e experiência.

Dr. Mosoka Fallah, um veterano da pandemia de 2014 e responsável do Instituto Nacional de Saúde Pública, que foi estabelecido aquando do surgimento do Ébola, liderou a estratégia de preparação para a COVID-19 na Libéria. Ele viu o potencial perigo quase que imediatamente, ao ter conhecimento de que 300 cidadãos de nacionalidade chinesa haviam chegado à Libéria vindos da China, assim como 80 cidadãos da Libéria. Começou a comunicar com contrapartes na Serra Leoa e Guiné-Conacri num grupo de WhatsApp, reportou a revista Time. Falaram sobre rastreamentos em aeroportos, potenciais interdições de voos e quarentenas. Isso foi em Janeiro de 2020, quando muitos países ainda não se tinham apercebido da potencial ameaça do novo vírus.

Em finais de Janeiro, Fallah estava a trabalhar com Dr. Jerry Brown, que era o gestor de um dos maiores centros de tratamento do Ébola na Libéria. Eles trabalharam para organizar formações a fim de ajudar o pessoal do hospital a reconhecer os sintomas da COVID-19, reportou a Time. A OMS ajudou-os a adquirir kits de testagem e eles levaram a cabo uma formação para colaboradores sobre como realizar um teste do vírus. Isso permitiu que a Libéria realizasse todos os testes de COVID-19 no país, uma capacidade que não foi possível durante a crise do Ébola. Fallah também recuperou as estações de lavagem das mãos que estavam espalhadas por todos os lugares durante o surto do Ébola.

A Libéria confirmou o seu primeiro caso no dia 16 de Março de 2020. Uma semana depois, oficiais declararam uma emergência de saúde pública e pediram ajuda ao Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA). Os mesmos oficiais urgentemente recrutaram, formaram e empregaram rastreadores de contactos.

“Não é fácil trabalhar como rastreador de contactos, especialmente quando ainda existe um elevado nível de rejeição e estigmatização a nível da comunidade,” disse o rastreador Octavius Koon.

Dada a fraca capacidade no sector de cuidados de saúde durante o período do surto do Ébola, as nações afectadas entenderam que era necessário existir uma comunicação eficaz para evitar a propagação de desinformação. Rumores podem sair rapidamente do controlo e fazer com que a população fique contra os que combatem a doença.

Para combater a falta de confiança durante a pandemia da COVID-19, o UNFPA recruta rastreadores de contacto das zonas mais afectadas e empregam-nos nas suas próprias comunidades.

O país aprendeu uma lição muito difícil com o surto do Ébola sobre a importância de edificar a confiança entre os cidadãos. “A queda vertiginosa nas infecções veio através da mudança comportamental do público em geral,” disse à ACSS Gyude Moore, um antigo conselheiro da então Presidente Ellen Johnson-Sirleaf. “E isso apenas aconteceu quando o envolvimento da comunidade e a confiança passaram a ser uma parte essencial da resposta.”

Uma enfermeira mede a temperatura dum viajante no Aeroporto Internacional de Kotoka em Acra, Gana, em Janeiro de 2020.
REUTERS

O PAPEL DAS FORÇAS DE SEGURANÇA

Uma das formas de edificar e manter a confiança entre os civis é certificando-se de que os representantes do governo – em particular, as forças de segurança – se comportem de formas a respeitar os direitos do povo e observar o estado de direito. As nações da África Ocidental aprenderam durante a crise de Ébola que se deve tomar muito cuidado ao destacar as forças policiais e militares em apoio a resposta contra uma pandemia. No passado, oficiais do governo destacaram forças de segurança ao serviço dos seus próprios regimes sem terem em conta os direitos civis. Essa história pode fazer a ideia de usar soldados armados para fazerem com que se respeite a quarentena algo problemático para os civis.

Navegar com balanço delicado de segurança e obediência civil pode ser difícil para forças tipicamente treinadas apenas para tarefas de campo de batalha. John Siko, director da consultoria de segurança Burnham Global, sediada em Dubai, disse à Voz da América (VOA) que a maior parte dos militares de África não tem treinamento para manter a “ordem pública”.

Algumas forças do continente, tais como aquelas que possuem uma extensa experiência de manutenção de paz, construíram vilas fictícias e utilizaram actores pagos a fim de testar a reacção dos soldados antes de serem destacados. “Existe um grande desejo e necessidade de treinos de ordem pública para certificar que os homens possam responder de uma forma que respeite os direitos humanos quando isso de facto acontecer”, disse Siko à VOA.

Na África do Sul, a nação com maior número de casos de COVID-19 no continente, o lockdown foi em termos gerais bem-sucedido, mas alguns soldados e agentes da polícia foram acusados de ter utilizado força excessiva. Em Março, 2.820 soldados foram destacados para o lockdown. Na terceira semana de Abril, o Presidente Cyril Ramaphossa anunciou que destacaria um número adicional de 73.180 tropas para fazer cumprir a ordem até ao dia 26 de Junho, de acordo com o The Defense Post.

Em princípios de Maio, soldados armados patrulhavam ruas e lojas da África do Sul, interpelando os cidadãos que estivessem fora de casa sem máscaras faciais.

Com esse tipo de presença militar é essencial que os soldados demonstrem contenção e respeito pelos direitos humanos. Se não fizerem isso, podem realmente reduzir as hipóteses de as pessoas doentes procurarem por ajuda, escreveu o Dr. Shannon Smith, professor de prática e director de abordagem na ACSS. As forças de segurança devem ser destacadas com cuidado, de preferência sob a orientação de funcionários de saúde.

É muito provável que a pressão social encoraje os civis a aderirem ao distanciamento social e a outros requisitos da pandemia, escreveu o Dr. Mark Duerksen, associado de pesquisa da ACSS.

“As forças militares e policiais seriam mais utilizadas para garantir a segurança de lugares como centros de testagem, hospitais e para trabalhadores do sector de saúde caso seja necessário”, escreveu Duerksen num estudo da ACSS divulgado a 9 de Abril de 2020. “Para além disso, a polícia pode ser destacada para proteger mulheres e crianças que estejam a sofrer violência doméstica significativa enquanto permanecem confinadas em casa”.

O Presidente Ramaphosa, da África do Sul, pediu às tropas sul-africanas que trabalham durante a pandemia para que fossem uma “força de bondade”. Num artigo que escreveu para a Time, em Abril de 2020, Ramaphosa disse que a África está unida, provada no fogo dos surtos de doenças e cheia de cientistas e pesquisadores de classe mundial.

“Com o apoio necessário, seremos capazes de edificar sobre aquilo que temos”, escreveu Ramaphosa. “Seremos capazes de reforçar as infra-estruturas de saúde e os sistemas de saúde no continente. Seremos capazes de amenizar o impacto da inevitável queda económica para a nossa população e seremos capazes de solucionar o problema desta pandemia, país por país”.  

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