{"id":68623,"date":"2023-01-19T13:02:35","date_gmt":"2023-01-19T18:02:35","guid":{"rendered":"https:\/\/adf-magazine.com\/?p=68623"},"modified":"2023-01-22T17:26:36","modified_gmt":"2023-01-22T22:26:36","slug":"protegendo-as-vias-navegaveis-interiores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2023\/01\/protegendo-as-vias-navegaveis-interiores\/","title":{"rendered":"Protegendo As Vias Naveg\u00e1veis Interiores"},"content":{"rendered":"<p>EQUIPA da ADF<\/p>\n<p>Antes de as autoridades sul-africanas poderem derrubar uma ponte constru\u00edda em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias sobre o rio Limpopo, elas tiveram de lidar com os crocodilos.<\/p>\n<p>Partes do rio Limpopo tinham ficado infestadas por crocodilos-do-nilo desde 2013, quando 15.000 deles foram acidentalmente soltos para o rio a partir das comportas de uma quinta de cria\u00e7\u00e3o de crocodilos.<\/p>\n<p>Os residentes locais atiraram contra eles, acabando por expuls\u00e1-los numa tarde de quinta-feira em Setembro de 2021. Com isso, eles decidiram destruir uma ponte dos contrabandistas que ligava \u00c1frica do Sul ao Zimbabwe. Mais tarde, o ex\u00e9rcito ajudou-os a terminar de destru\u00ed-la.<\/p>\n<p>A ponte era um subproduto da pandemia da COVID-19. Devido ao confinamento obrigat\u00f3rio da pandemia, os dois pa\u00edses colocaram bloqueios nas pontes que atravessavam o rio Limpopo, com in\u00edcio em Mar\u00e7o de 2020.<\/p>\n<p>Mesmo com as patrulhas a\u00e9reas sobre a fronteira de mais de 250 quil\u00f3metros, os contrabandistas transportavam bens como produtos alimentares, combust\u00edvel, viaturas, fraldas e equipamento el\u00e9ctrico para o Zimbabwe. Na direc\u00e7\u00e3o contr\u00e1ria, cigarros, minerais, produtos da fauna bravia e explosivos compunham o grosso dos itens contrabandeados para a \u00c1frica do Sul, noticiou o The Chronicle, do Zimbabwe.<\/p>\n<p>Por causa do contrabando, os dois pa\u00edses perderam milhares de d\u00f3lares em direitos aduaneiros. A situa\u00e7\u00e3o piorou durante a \u00e9poca seca, quando algumas partes do leito do rio podiam ser atravessadas a p\u00e9. O lado do Zimbabwe tinha poucas viaturas de patrulha e o pessoal de seguran\u00e7a apenas podia cobrir cerca de 30 quil\u00f3metros por dia a p\u00e9.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>N\u00e3o obstante, em oito meses, em 2021, os agentes de seguran\u00e7a zimbabwianos prenderam mais de 46.000 pessoas por crimes fronteiri\u00e7os.<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-68638\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap.jpg\" alt=\"\" width=\"1050\" height=\"678\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap.jpg 1050w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap-300x194.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap-1024x661.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap-768x496.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/ADF_V15N3_PORMap-210x136.jpg 210w\" sizes=\"(max-width: 1050px) 100vw, 1050px\" \/><\/a>As 16 Principais Vias Naveg\u00e1veis<\/strong><\/p>\n<p>O rio Limpopo, que nasce na \u00c1frica do Sul e flui por 1.750 quilometres, passando por Botswana, Zimbabwe e Mozambique antes de alcan\u00e7ar o Oceano \u00cdndico, \u00e9 uma parte vital da vida de milhares de pessoas dos quatro pa\u00edses. \u00c9 uma das 19 principais vias naveg\u00e1veis interiores de \u00c1frica \u2014 11 rios e oito lagos. Eles s\u00e3o:<\/p>\n<p>Os grandes Lagos de \u00c1frica: Albert, Edward, Kivu, Malawi, Tanganyika, Turkana e Vit\u00f3ria<\/p>\n<p><strong>Lago Chade<\/strong><\/p>\n<p>Os principais rios: Benu\u00e9, Nilo Azul, Congo, Limpopo, N\u00edger, Nilo, Orange, Senegal, Volta, Nilo Branco e Zambeze<\/p>\n<p>Estas vias naveg\u00e1veis fornecem recursos inestim\u00e1veis, incluindo peixe, \u00e1gua pot\u00e1vel, transporte, irriga\u00e7\u00e3o, navega\u00e7\u00e3o e electricidade. Mas existe um frequente abuso dos recursos.<\/p>\n<p>Num relat\u00f3rio de 2022 para o Instituto de Estudos de Seguran\u00e7a, o investigador David Willima escreveu que \u201cOs lagos e os rios do continente est\u00e3o cada vez mais a ser amea\u00e7ados pela pesca il\u00edcita, depreda\u00e7\u00e3o dos recursos marinhos, imigra\u00e7\u00e3o ilegal e disputas territoriais que emanam de limites fronteiri\u00e7os n\u00e3o claros.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>As amea\u00e7as, disse Willima, incluem:<\/p>\n<ul>\n<li>Pesca il\u00edcita e pilhagem de unidades populacionais de peixe.<\/li>\n<li>Imigra\u00e7\u00e3o ilegal.<\/li>\n<li>Disputas territoriais devido a limites fronteiri\u00e7os n\u00e3o claros.<\/li>\n<li>Acidentes de barco, exacerbados por barcos superlotados e inseguros.<\/li>\n<li>Uma falta de busca, salvamento e ajuda para salvar vidas.<\/li>\n<li>Disputas relacionadas com a posse de recursos energ\u00e9ticos recentemente descobertos.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Algumas vias naveg\u00e1veis, como o rio Benu\u00e9, de 1.400 quil\u00f3metros, que flui nos Camar\u00f5es e na Nig\u00e9ria, s\u00e3o muito perigosas durante a \u00e9poca chuvosa. Quando uma igreja que tinha uma viagem, no Benu\u00e9, em Julho de 2020, terminou com 20 pessoas afogadas, as autoridades citaram n\u00edveis elevados das \u00e1guas como um factor que contribuiu para tal.<\/p>\n<p>Barcos superlotados tamb\u00e9m s\u00e3o um factor consistente nos acidentes que decorrem nas vias naveg\u00e1veis, como o barco que naufragou em Dezembro de 2014 no Lago Tanganhica, com mais de 120 vidas perdidas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_65464\" aria-describedby=\"caption-attachment-65464\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-65464\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-124063248_CMYK-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-65464\" class=\"wp-caption-text\">Pescadores regressam \u00e0 praia, em Burundi, depois de pescarem durante toda a noite, no Lago Tanganhica. AFP\/GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>O Gigante da \u00c1gua Doce<\/strong><\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de superf\u00edcie de mais de 60.000 quil\u00f3metros quadrados, o Lago Vit\u00f3ria \u00e9 o maior lago de \u00e1gua doce de \u00c1frica. \u00c9 o segundo maior lago do mundo depois do Lago Superior, na Am\u00e9rica do Norte. Possui uma profundidade m\u00e9dia de 40 metros e \u00e9 duas vezes mais profundo em algumas partes. A sua linha de costa \u00e9 de 7.142 quil\u00f3metros. O lago est\u00e1 dividido entre Qu\u00e9nia, Tanz\u00e2nia e Uganda.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A ind\u00fastria de pesca no Lago Vict\u00f3ria emprega cerca de 800.000 pessoas, com 70.000 pequenos barcos feitos localmente que operam nas suas \u00e1guas. O sector das pescas de pequena escala por si s\u00f3 contribui com 300 milh\u00f5es de d\u00f3lares em rendimentos anuais nos tr\u00eas pa\u00edses. A pesca ilegal, n\u00e3o declarada e n\u00e3o regulamentada praticada por sindicatos do crime organizado coloca em perigo os meios de subsist\u00eancia das comunidades ao redor do lago.<\/p>\n<p>O lago resistiu anos de m\u00e1 gest\u00e3o. Na d\u00e9cada de 1950, os brit\u00e2nicos introduziram a perca n\u00e3o nativa do Nilo no lago como uma fonte de alimentos. Inicialmente, o plano funcionou, mas a perca acabou com o outro peixe, talvez centenas de outras esp\u00e9cies. A perca eventualmente foi alvo de pesca predat\u00f3ria, arruinando as economias das aldeias que tinham passado a depender dela.<\/p>\n<p>Hoje, o lago \u00e9 assolado pela polui\u00e7\u00e3o que est\u00e1 a matar o peixe. Em apenas dois meses, em 2021, mais de 100 toneladas de maioritariamente perca do Nilo apareceu em grandes quantidades nas costas dos tr\u00eas pa\u00edses, de acordo com um relat\u00f3rio do s\u00edtio da internet, African Arguments. A cerca de 4.000 d\u00f3lares por tonelada, era equivalente a perto de 400.000 d\u00f3lares em potencial perda de rendimento. As ind\u00fastrias locais est\u00e3o a ser culpadas pela polui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As autoridades regionais estimam que pelo menos 200.000 embarca\u00e7\u00f5es operam no lago, envolvendo-se no transporte e na pesca. O lago possui um problema persistente com a seguran\u00e7a dos barcos. A neglig\u00eancia dos propriet\u00e1rios dos barcos \u00e9 considerada a principal causa. O jornal Standard, do Qu\u00e9nia, noticiou que n\u00e3o passa sequer um m\u00eas sem que um barco de pesca naufrague.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em Setembro de 2018, um barco virou no lago pr\u00f3ximo de Mwanza, Tanz\u00e2nia. Mais de 200 pessoas morreram, embora a embarca\u00e7\u00e3o oficialmente tivesse capacidade para 100 pessoas. A Comiss\u00e3o da Bacia do Lago Vit\u00f3ria afirma que, em m\u00e9dia, 5.000 mortes s\u00e3o registadas anualmente.<\/p>\n<p>O Standard noticiou em Maio de 2022 que os tr\u00eas pa\u00edses estavam a criar centros de busca e salvamento e um \u201csistema de comunica\u00e7\u00e3o forte.\u201d Elias Bahanda, membro da comiss\u00e3o, disse que a melhoria da seguran\u00e7a iria refor\u00e7ar o com\u00e9rcio regional.<\/p>\n<p>\u201cO projecto foi aprovado por todos os tr\u00eas Estados parceiros,\u201d disse. \u201cA navega\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ir\u00e1 melhorar.\u201d<\/p>\n<p>O Qu\u00e9nia ir\u00e1 acolher um dos centros de resgate em Kisumu.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O centro do Uganda estar\u00e1 em Entebbe. O centro de coordena\u00e7\u00e3o de resgate encontrar-se-\u00e1 localizado em Mwanza. Todos os centros estar\u00e3o equipados com barcos salva-vidas e com equipamento m\u00e9dico. As autoridades disseram que lanchas r\u00e1pidas tamb\u00e9m ser\u00e3o utilizadas para patrulhas. De acordo com Bahanda, o projecto pode estar pronto em 2023.<\/p>\n<figure id=\"attachment_65438\" aria-describedby=\"caption-attachment-65438\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-65438\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"679\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK-300x189.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK-1024x644.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_AP_18266602554795_CMYK-768x483.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-65438\" class=\"wp-caption-text\">Equipas de salvamento examinam um barco de passageiros que naufragou no Lago Vit\u00f3ria pr\u00f3ximo da Tanz\u00e2nia, em 2018. Mais de 200 pessoas morreram. THE ASSOCIATED PRESS<\/figcaption><\/figure>\n<p>Uma falta de equipamento nas esta\u00e7\u00f5es de previs\u00e3o de temperatura faz com que seja dif\u00edcil prever os padr\u00f5es de temperatura no lago de modo a tomarem-se precau\u00e7\u00f5es. A comiss\u00e3o priorizou a tecnologia moderna para ajudar a localizar embarca\u00e7\u00f5es no lago.<\/p>\n<p><strong>Morte no Congo<\/strong><\/p>\n<p>A Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) \u00e9 um dos pa\u00edses mais pobres do mundo e possui poucas estradas pavimentadas em compara\u00e7\u00e3o com o seu enorme tamanho. Para a maior parte das pessoas, o rio Congo \u00e9 a \u00fanica verdadeira auto-estrada. Os batel\u00f5es que viajam pelo rio s\u00e3o como \u201caldeias flutuantes lotadas com at\u00e9 cerca de 2.000 pessoas, na ess\u00eancia comerciantes e seus bens, desde sacos de sorgo at\u00e9 barris de \u00f3leo de palma,\u201d noticiou o canal NBC News.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os viajantes e os comerciantes que se dirigem para a capital, Kinshasa, podem passar semanas no rio em batel\u00f5es e barcos superlotados. Um acidente de Janeiro de 2022 no Rio Congo, na RDC, ceifou 50 vidas. Num \u00fanico fim-de-semana, em 2010, aproximadamente 270 pessoas morreram em dois acidentes. Num dos acidentes, um barco incendiou-se e virou. No outro acidente, um barco que estava sem ilumina\u00e7\u00e3o atingiu uma pedra e naufragou.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Este tipo de acidentes no Rio Congo e nos lagos pr\u00f3ximos s\u00e3o comuns, afirmam as autoridades, porque muitos propriet\u00e1rios de barcos n\u00e3o s\u00e3o conseguem fazer a manuten\u00e7\u00e3o das suas embarca\u00e7\u00f5es. \u00c9 comum os propriet\u00e1rios dos barcos subornarem os agentes do departamento de navega\u00e7\u00e3o quando a inspec\u00e7\u00e3o apresenta problemas.<\/p>\n<p>Com uma extens\u00e3o de 4.800 quil\u00f3metros, o Rio Congo \u00e9 o segundo rio mais extenso do continente, depois do Nilo. \u00c9 o rio mais profundo do mundo de que se tem conhecimento, com profundidades de mais de 220 metros. Chega a ter cerca de 16 quil\u00f3metros de largura em alguns pontos. Quase todo o rio acima das Cataratas de Livingstone \u00e9 naveg\u00e1vel em sec\u00e7\u00f5es, especialmente entre os portos do rio de Kinshasa e Kisangani na RDC.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>As tr\u00eas principais cascatas do rio Congo agora s\u00e3o contornadas por linhas f\u00e9rreas, fazendo com que o rio tenha mais utilidade para viagens e para o com\u00e9rcio. Uma grande propor\u00e7\u00e3o de produtos do com\u00e9rcio da \u00c1frica Central passa por ele, incluindo caf\u00e9, algod\u00e3o, cobre, \u00f3leo de palma e a\u00e7\u00facar. O rio possui o maior potencial do continente como uma fonte de corrente el\u00e9ctrica, mas at\u00e9 agora continua a ser subutilizado.<\/p>\n<p>Os investigadores afirmam que com tanta utilidade que o rio Congo apresenta para o transporte e para a navega\u00e7\u00e3o, continua inerentemente perigoso para navegar. A maior parte dos observadores afirma que a solu\u00e7\u00e3o para os perigos do rio s\u00e3o a constru\u00e7\u00e3o de mais estradas para que as pessoas possam manter-se na terra.<\/p>\n<p><strong>Combater a Pesca Ilegal<\/strong><\/p>\n<p>O Lago Niassa, tamb\u00e9m conhecido como Lago Malawi, \u00e9 o nono maior lago do mundo e o terceiro maior de \u00c1frica. O Lago Malawi alberga mais esp\u00e9cies de peixe do que qualquer outro lago do mundo.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A Tanz\u00e2nia chegou a reconhecer que o seu peixe \u00e9 importante para a economia do pa\u00eds e est\u00e1 a trabalhar para o proteger.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em 2022, a Tanz\u00e2nia adquiriu 16 lanchas para fazer a monitoria das pescas nos lagos do pa\u00eds e no Oceano \u00cdndico.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Mashimba Ndaki, o Ministro da Pecu\u00e1ria e Pescas, disse que os barcos ser\u00e3o utilizados para fazer a monitoria e controlo da pesca ilegal.<\/p>\n<p>Os barcos ser\u00e3o alocados para o Lago Vit\u00f3ria, Lago Tanganhica, Lago Niassa e para o Oceano \u00cdndico para gerir, proteger e desenvolver os recursos pesqueiros daquele pa\u00eds. Ndaki apelou os l\u00edderes de regi\u00f5es e distritos pr\u00f3ximos dos lagos e dos rios para apoiarem o governo na sua luta contra a pesca ilegal.<\/p>\n<p>O Lago Niassa possui a linha da costa em Malawi, Tanz\u00e2nia e Mo\u00e7ambique e a posse de partes do lago tem sido disputada de forma cont\u00ednua. O Malawi afirma que \u00e9 propriet\u00e1rio de todo o lago.<\/p>\n<p>Esse pa\u00eds possui um plano mestre de investimentos no turismo, avaliado em 660 milh\u00f5es de d\u00f3lares para potencializar o desenvolvimento de infra-estruturas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Assim como o Lago Niassa, o Rio Zambeze enfrenta problemas de pesca excessiva. Este rio, por vezes, \u00e9 designado de \u201cO Grande Rio Zambeze\u201d por causa da sua for\u00e7a e das suas caracter\u00edsticas, que incluem as Cataratas de Vit\u00f3ria, uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo. \u00c9 o quarto rio mais longo de \u00c1frica, com 2.574 quil\u00f3metros. O rio nasce na Z\u00e2mbia e entra em contacto com seis pa\u00edses antes de desaguar no Oceano \u00cdndico.<\/p>\n<p>As comunidades ribeirinhas pescam no Zambeze para obten\u00e7\u00e3o de alimentos, e a pesca recreativa \u00e9 uma atrac\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, com alojamentos de safaris. Mas partes da bacia superior foram extremamente sobreexploradas. As autoridades proibiram a maior parte dos tipos de redes e impuseram um per\u00edodo de defeso de tr\u00eas meses para permitir que o peixe procrie. Nos \u00faltimos anos, as inunda\u00e7\u00f5es e as secas fizeram com que a pesca fosse dif\u00edcil e agora os residentes locais afirmam que os n\u00edveis de \u00e1gua mais baixos parecem permanentes.<\/p>\n<p>Proteger as vias naveg\u00e1veis interiores de \u00c1frica de extremistas, da sobreexplora\u00e7\u00e3o, da imigra\u00e7\u00e3o ilegal e de disputas territoriais requer uma variedade de abordagens. O investigador Willima observou que a Tanz\u00e2nia criou tribunais m\u00f3veis para processar judicialmente a pesca ilegal praticada nos seus mares, lagos e barragens.<\/p>\n<p>Ele observou que a fiscaliza\u00e7\u00e3o da lei nas vias naveg\u00e1veis interiores do continente era simplesmente t\u00e3o forte quanto a sua liga\u00e7\u00e3o mais fraca, \u201cassim como os esfor\u00e7os fracos num deles podem prejudicar o progresso no outro.\u201d<\/p>\n<p>\u201cExistem estruturas legais que obrigam os pa\u00edses africanos a melhorarem a seguran\u00e7a mar\u00edtima e os padr\u00f5es de seguran\u00e7a,\u201d escreveu. \u201cMas a maior parte deles ainda n\u00e3o entrou em vigor devido \u00e0 insufici\u00eancia de ratifica\u00e7\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p>Os documentos jur\u00eddicos incluem a Revis\u00e3o da Carta dos Transportes Mar\u00edtimos de \u00c1frica de 2010 e a Carta Africana sobre a Seguran\u00e7a Mar\u00edtima e o Desenvolvimento de \u00c1frica, de 2016, tamb\u00e9m conhecida como a Carta de Lom\u00e9.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Willima apelou os pa\u00edses do continente para \u201capoiarem com toda a for\u00e7a\u201d tais cartas e instrumentos jur\u00eddicos.<\/p>\n<p>Os pa\u00edses, juntamente com a Uni\u00e3o Africana, \u201cdevem ser capacitados para ajudar os Estados a resolver as disputas de limites mar\u00edtimos existentes e emergentes,\u201d escreveu. \u201cDevem ser implementadas pol\u00edticas e regulamentos sobre a pesca ilegal n\u00e3o apenas nos mares africanos, mas tamb\u00e9m nas vias naveg\u00e1veis interiores.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o fazer isso significar\u00e1 que as economias azuis ao longo dos rios e lagos do continente n\u00e3o ser\u00e3o sustent\u00e1veis nem beneficiar\u00e3o os africanos.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3>EUA Treina For\u00e7as para Combater Extremistas no Lago Chade<\/h3>\n<p>EQUIPA da ADF<\/p>\n<p>O<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>Lago Chade \u00e9 importante para a vida de milh\u00f5es de pessoas nos Camar\u00f5es, Chade, N\u00edger e Nig\u00e9ria. Fornece \u00e1gua pot\u00e1vel e apoia a pesca, a agricultura e a pecu\u00e1ria.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Mas tamb\u00e9m est\u00e1 a encolher-se. Hoje, apenas possui 1.500 quil\u00f3metros quadrados \u2014 um mero 10% do tamanho que tinha t\u00e3o recentemente quanto os meados da d\u00e9cada de 1960. As Na\u00e7\u00f5es Unidas descreveram a crise de perda de \u00e1gua como \u201cuma das piores do mundo.\u201d<\/p>\n<p>As Na\u00e7\u00f5es Unidas t\u00eam estado a fazer a monitoria da situa\u00e7\u00e3o durante d\u00e9cadas.<\/p>\n<p>\u201cO encolhimento do lago tamb\u00e9m fez com que emergissem v\u00e1rios outros conflitos diferentes, \u00e0 medida que os pa\u00edses banhados pelo Lago Chade argumentam que t\u00eam direitos \u00e0s \u00e1reas remanescentes da \u00e1gua,\u201d observou a ONU num relat\u00f3rio de 2012. \u201cJuntamente com os conflitos internacionais, a viol\u00eancia entre os pa\u00edses tamb\u00e9m est\u00e1 a aumentar entre os habitantes do lago. Agricultores e pastores querem a \u00e1gua para as suas culturas e para o seu gado e est\u00e3o constantemente a desviar o curso das \u00e1guas, enquanto os pescadores querem que os desvios do curso das \u00e1guas sejam reduzidos ou paralisados de modo a prevenir que haja decl\u00ednios cont\u00ednuos nos n\u00edveis das \u00e1guas resultando em press\u00e3o adicional sobre o peixe do lago.\u201d<\/p>\n<p>Nesta situa\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 \u00e9 cr\u00edtica, entra o grupo terrorista Boko Haram. Acredita-se que o grupo seja respons\u00e1vel por pelo menos 35.000 mortes e j\u00e1 for\u00e7ou 2,5 milh\u00f5es de pessoas a fugirem das suas resid\u00eancias.<\/p>\n<p>Num esfor\u00e7o para melhorar a seguran\u00e7a ao redor do Lago Chade, a Escola Naval de Instru\u00e7\u00e3o e Forma\u00e7\u00e3o T\u00e9cnica em Pequenas Embarca\u00e7\u00f5es, dos EUA, criou a Iniciativa da Bacia do Lago Chade nas suas instala\u00e7\u00f5es do Centro Espacial John C. Stennis, no Estado de Mississippi, EUA.<\/p>\n<figure id=\"attachment_65452\" aria-describedby=\"caption-attachment-65452\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-65452\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"538\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK-300x149.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK-1024x510.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_DVIDs_4009375_CMYK-768x383.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-65452\" class=\"wp-caption-text\">Estudantes internacionais participaram em exerc\u00edcios de familiariza\u00e7\u00e3o com dragas no Centro Espacial John C. Stennis, nos Estados Unidos.\u00a0ANGELA FRY\/MARINHA DOS ESTADOS UNIDOS<\/figcaption><\/figure>\n<p>Na sua sess\u00e3o inaugural, em Dezembro de 2017, a escola trabalhou com cerca de 50 profissionais do sector de seguran\u00e7a dos Camar\u00f5es, Chade e N\u00edger.<\/p>\n<p>Ministrando 20 cursos formais de instru\u00e7\u00e3o para a Iniciativa da Bacia do Lago Chade, o Comando Naval de Guerra Especial incorporou sete cursos t\u00e1cticos, operacionais e estrat\u00e9gicos na forma\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m de forma\u00e7\u00e3o em lideran\u00e7a, os cursos contaram com instru\u00e7\u00e3o como a de manuten\u00e7\u00e3o de motores fora de borda, soldadura, repara\u00e7\u00e3o de cascos de barcos, desenvolvimento de instrutores e manuten\u00e7\u00e3o de armas de pequeno porte.<\/p>\n<p>As aulas incluem forma\u00e7\u00e3o de estudantes internamente, no centro, e empenhamentos de forma\u00e7\u00e3o de equipa m\u00f3vel nos Camar\u00f5es, Chade e N\u00edger.<\/p>\n<p>Cerca de 600 tropas estrangeiras recebem forma\u00e7\u00e3o nas instala\u00e7\u00f5es anualmente. Representantes de 124 pa\u00edses j\u00e1 treinaram naquele centro.<\/p>\n<p>A sess\u00e3o do segundo ano teve mais de 90% dos alunos provenientes de regi\u00e3o do Lago Chade. Porque a l\u00edngua prim\u00e1ria da regi\u00e3o \u00e9 o franc\u00eas, a escola fez de novo uma parceria com int\u00e9rpretes da B\u00e9lgica, Canad\u00e1 e da Fran\u00e7a. O pessoal permanente inclui um oficial proveniente dos Camar\u00f5es.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m de instrutores de pa\u00edses parceiros e int\u00e9rpretes, os observadores da Marinha Real do Reino Unido participaram como actores nos exerc\u00edcios de inser\u00e7\u00e3o de vigil\u00e2ncia e reconhecimento durante o curso de Oficial de Barco de Patrulha Fluvial da escola. Os Comandos do Ex\u00e9rcito Real da Holanda, que estavam a treinar na escola em apoio a uma outra opera\u00e7\u00e3o, desempenharam o papel de for\u00e7as de oposi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<hr \/>\n<h3>Como Proteger e\u00a0Melhorar os Recursos\u00a0H\u00eddricos de \u00c1frica<\/h3>\n<p>EQUIPA da ADF<\/p>\n<p>Antes de estas quest\u00f5es como a seguran\u00e7a, a pesca excessiva e a seguran\u00e7a das \u00e1guas poderem ser resolvidas, os pa\u00edses primeiro devem proteger os seus recursos h\u00eddricos e mant\u00ea-los limpos.<\/p>\n<p>Um estudo das Na\u00e7\u00f5es Unidas intitulado \u201cAtlas das \u00c1guas Africanas\u201d faz estas recomenda\u00e7\u00f5es em rela\u00e7\u00e3o aos recursos de \u00e1gua doce de \u00c1frica:<\/p>\n<p>Disponibilizar \u00e1gua pot\u00e1vel para mais pessoas. Melhorar o acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel tamb\u00e9m reduz incidentes de doen\u00e7as relacionadas de origem h\u00eddrica e doen\u00e7as transmitidas pela \u00e1gua, como a c\u00f3lera. Uma das formas de fazer com que a \u00e1gua pot\u00e1vel seja mais acess\u00edvel \u00e9 encorajar empreendedores a entrarem em neg\u00f3cios de purifica\u00e7\u00e3o e engarrafamento de \u00e1gua. Os governos devem promover tecnologias de desinfec\u00e7\u00e3o da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Garantir o acesso ao saneamento adequado. Muitas vias naveg\u00e1veis de \u00c1frica tamb\u00e9m servem como locais de elimina\u00e7\u00e3o de \u00e1guas residuais. Os governos e as empresas privadas devem reconhecer o potencial de rendimentos gerados por tecnologias de saneamento. Especialistas dizem que \u00e9 necess\u00e1rio que haja uma mudan\u00e7a cultural em termos de saneamento pessoal em toda a \u00c1frica.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_65470\" aria-describedby=\"caption-attachment-65470\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-65470\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"715\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK-300x199.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2023\/01\/Inland-Water_GettyImages-1146871309_CMYK-768x508.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-65470\" class=\"wp-caption-text\">Um trabalhador verifica um barco em constru\u00e7\u00e3o junto do Rio Congo, no norte da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo. Muitos afogamentos ao longo do rio s\u00e3o causados por barcos obsoletos. AFP\/GETTY IMAGESAFP\/GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p>\u201cAprender da expans\u00e3o extraordin\u00e1ria dos telem\u00f3veis,\u201d observou o estudo da ONU. \u201cEncorajar e apoiar solu\u00e7\u00f5es simples de empreendedores; introduzir tarifas urbanas de \u00e1gua; aumentar a partilha do saneamento no total das assist\u00eancias; adoptar financiamento de sistemas.\u201d<\/p>\n<p>Reduzir potenciais conflitos relacionados com a \u00e1gua, atrav\u00e9s da melhoria da coopera\u00e7\u00e3o e dos recursos h\u00eddricos transfronteiri\u00e7os. \u00c1frica possui 63 bacias de \u00e1gua partilhadas. Embora exista o potencial para conflitos relacionados com recursos h\u00eddricos, j\u00e1 existem quase 100 acordos internacionais ligados \u00e0 \u00e1gua em vigor no continente. Os pa\u00edses precisam de reconhecer e utilizar a \u00e1gua como um factor de uni\u00e3o na coopera\u00e7\u00e3o transfronteiri\u00e7a.<\/p>\n<p>Fornecer \u00e1gua para seguran\u00e7a alimentar. A agricultura \u00e9 o maior utilizador de \u00e1gua em \u00c1frica. Mesmo assim, uma grande percentagem de africanos vive com fome cr\u00f3nica. A capacidade de irriga\u00e7\u00e3o de \u00c1frica \u00e9 extremamente subdesenvolvida. O desafio \u00e9 investir em tecnologias de irriga\u00e7\u00e3o simples e n\u00e3o dispendiosas, evitar os perigos da irriga\u00e7\u00e3o excessiva e ligar o desenvolvimento da irriga\u00e7\u00e3o \u00e0 sustentabilidade ambiental.<\/p>\n<p>Desenvolver energia hidroel\u00e9ctrica. \u00c1frica possui um enorme potencial hidroel\u00e9ctrico. O Rio Congo por si s\u00f3 \u00e9 uma vasta fonte de energia n\u00e3o explorada. Desenvolver energia hidroel\u00e9ctrica ir\u00e1 refor\u00e7ar a economia e melhorar a vida das pessoas. Trazer electricidade para as zonas rurais reduzir\u00e1 a migra\u00e7\u00e3o de jovens para os bairros de lata das grandes cidades.<\/p>\n<p>Prevenir a degrada\u00e7\u00e3o e a polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua. O Sahel em particular sofreu de degrada\u00e7\u00e3o de terras com polui\u00e7\u00e3o das \u00e1guas subterr\u00e2neas, atrav\u00e9s da intrus\u00e3o marinha. A solu\u00e7\u00e3o \u00e9 promover a ambientaliza\u00e7\u00e3o do continente, encorajando a adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s secas e apoiando a avalia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da degrada\u00e7\u00e3o da terra e da qualidade da \u00e1gua.<\/p>\n<p>Melhorar a capacidade de gest\u00e3o e as car\u00eancias de \u00e1gua. Reformar as institui\u00e7\u00f5es do sector das \u00e1guas, melhorar as parcerias p\u00fablico-privadas e educar o p\u00fablico sobre como gerir os recursos h\u00eddricos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EQUIPA da ADF Antes de as autoridades sul-africanas poderem derrubar uma ponte constru\u00edda em condi\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias sobre o rio Limpopo, elas tiveram de lidar com os crocodilos. 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