{"id":35013,"date":"2022-08-11T15:10:27","date_gmt":"2022-08-11T19:10:27","guid":{"rendered":"https:\/\/adf-magazine.com\/?p=35013"},"modified":"2022-08-24T13:35:26","modified_gmt":"2022-08-24T17:35:26","slug":"forcas-de-seguranca-do-sahel","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/","title":{"rendered":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel"},"content":{"rendered":"<p>EQUIPA DA ADF | FOTOS DA AFP\/GETTY IMAGES<\/p>\n<p>Atrocidades em massa, deslocamentos for\u00e7ados, execu\u00e7\u00f5es p\u00fablicas: Terror. Foi um facto da vida em partes da regi\u00e3o do Sahel de \u00c1frica, desde que os extremistas ganharam espa\u00e7o no Mali, em 2012, e posteriormente expandiram o seu alcance para al\u00e9m das fronteiras do pa\u00eds.<\/p>\n<p>Apesar dos esfor\u00e7os das for\u00e7as de seguran\u00e7a regionais e dos parceiros globais, a viol\u00eancia n\u00e3o demonstra sinais de acabar. At\u00e9 finais de 2021, houve um aumento de 18% nos eventos violentos e uma redu\u00e7\u00e3o de 14% de mortes, em compara\u00e7\u00e3o com a viol\u00eancia de 2020, que atingiu um recorde no Sahel, de acordo com o Projecto de Localiza\u00e7\u00e3o de Conflitos Armados e Dados de Eventos (ACLED), que documenta a viol\u00eancia em todo o mundo.<\/p>\n<p>A maior parte da viol\u00eancia foi atribu\u00edda ao afiliado da al-Qaeda, Jama\u2019at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM), uma coliga\u00e7\u00e3o de grupos de militantes islamitas, incluindo a Frente de Liberta\u00e7\u00e3o de Macina (FLM), que teve origem na regi\u00e3o central do Mali. O Estado Isl\u00e2mico no Grande Sahara (ISGS) tamb\u00e9m se encontra activo.<\/p>\n<figure id=\"attachment_34324\" aria-describedby=\"caption-attachment-34324\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-34324\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34324\" class=\"wp-caption-text\">Soldados do Mali fazem patrulha na capital, Bamako, em meio a um aumento significativo da viol\u00eancia perpetrada por for\u00e7as rebeldes, em 2020.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Esperava-se que as mortes ligadas ao JNIM aumentassem em 2021, em compara\u00e7\u00e3o com 2020. At\u00e9 finais de Junho de 2021, as mortes registadas atribu\u00eddas \u00e0 FLM, atrav\u00e9s de batalhas com as for\u00e7as de seguran\u00e7a e outros grupos militantes, j\u00e1 tinham ultrapassado o seu n\u00edvel de 2020 e estavam a caminho de duplicar.<\/p>\n<p>Em Burkina Faso, Mali e N\u00edger, a press\u00e3o militar tinha obrigado o ISGS e o JNIM a sair de algumas \u00e1reas, mas os grupos continuaram a cometer atrocidades em zonas mais rec\u00f4nditas, \u00e0s vezes, entrando para os pa\u00edses vizinhos e ocasionalmente lutando uns contra os outros.<\/p>\n<p>Outros grupos terroristas que operam no Sahel incluem o Ansar al-Dine, criado em 2011 por Iyad Ag Ghali, o l\u00edder principal da rebeli\u00e3o de 1990 no Mali, e o Ansaroul Islam, considerado o primeiro grupo terrorista do Burkina Faso.<\/p>\n<p>O n\u00famero de militantes mortos em Burkina Faso, Mali e N\u00edger durante as opera\u00e7\u00f5es militares ofensivas desde o in\u00edcio de 2020 at\u00e9 meados de 2021 foi estimado em mais de 1.400, de acordo com o ACLED.<\/p>\n<p><strong>Mali Continua Fr\u00e1gil<\/strong><\/p>\n<p>As insurg\u00eancias, muitas vezes, persistem em zonas de agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica. Este foi o caso do Mali, onde, em Junho de 2021, o pa\u00eds experimentou o segundo golpe de Estado militar, num per\u00edodo de nove meses. Ataques repetitivos do JNIM e do ISGS contra as for\u00e7as malianas ao longo do primeiro semestre do ano apenas fizeram com que a situa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a daquele pa\u00eds piorasse.<\/p>\n<p>A primeira metade de 2021 foi mortal para as for\u00e7as malianas. Em Fevereiro, o JNIM matou 10 soldados numa emboscada, na cidade central-sul de Boni, e o ISGS atacou uma coluna, na cidade de Tessit, no leste, em Mar\u00e7o, matando pelo menos 33 tropas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-35014\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap.jpg\" alt=\"\" width=\"1238\" height=\"1613\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap.jpg 1238w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap-300x391.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap-786x1024.jpg 786w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap-768x1001.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/ADF_V15N1_PORMap-1179x1536.jpg 1179w\" sizes=\"(max-width: 1238px) 100vw, 1238px\" \/><\/a>Em Dezembro de 2020, um esfor\u00e7o europeu designado For\u00e7a-Tarefa Takuba chegou ao norte do Mali, com as primeiras tropas oriundas da Fran\u00e7a e da Est\u00f3nia; as for\u00e7as da Rep\u00fablica Checa e da Su\u00e9cia chegaram pouco depois, de acordo com o grupo de reflex\u00e3o Council on Foreign Relations.<\/p>\n<p>Em Julho de 2021, o presidente franc\u00eas, Emmanuel Macron, anunciou que iria terminar a opera\u00e7\u00e3o Barkhane, que come\u00e7ou depois de a Fran\u00e7a ter iniciado uma interven\u00e7\u00e3o militar em 2013. Macron tamb\u00e9m encerrou tr\u00eas bases militares no Mali e reduziu pela metade o n\u00famero de tropas francesas no Sahel.<\/p>\n<p>Outras opera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a internacionais no Mali desde 2013 incluem a Miss\u00e3o Multidimensional Integrada das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Estabiliza\u00e7\u00e3o do Mali, que apoiou os processos pol\u00edticos e realizou tarefas relacionadas com a seguran\u00e7a, e a Miss\u00e3o de Forma\u00e7\u00e3o da Uni\u00e3o Europeia no Mali (EUTM), que trabalha para fortalecer as For\u00e7as Armadas Malianas.<\/p>\n<p>At\u00e9 Outubro de 2021, Mali alegadamente estava pr\u00f3ximo de alcan\u00e7ar um acordo que iria destacar 1.000 membros do Grupo Wagner, da R\u00fassia, para o pa\u00eds a fim de combater o terrorismo e a inseguran\u00e7a. Os mercen\u00e1rios, que t\u00eam a fama de serem cru\u00e9is, operam em v\u00e1rios pa\u00edses do continente e possuem um registo hist\u00f3rico de viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos e enriquecimento pr\u00f3prio.<\/p>\n<p><strong>O ISGS no N\u00edger<\/strong><\/p>\n<p>No N\u00edger, a regi\u00e3o de Tillab\u00e9ri continua a ser um foco de ataques perpetrados por ISGS, JNIM e bandidos armados.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em Janeiro de 2021, homens armados jihadistas mataram 100 pessoas em Tchoma Bangou e Zaroumadareye. As aldeias localizam-se a 120 quil\u00f3metros a norte da capital do N\u00edger, Niamey, na regi\u00e3o de Tillab\u00e9ri, que faz fronteira com o Mali e o Burkina Faso.<\/p>\n<figure id=\"attachment_34316\" aria-describedby=\"caption-attachment-34316\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-34316\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"715\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK-300x199.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK-1024x678.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1188809693_CMYK-768x508.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34316\" class=\"wp-caption-text\">Soldados nigerinos constroem um muro ao redor das sepulturas de soldados mortos num ataque jihadista de 2019.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Num encontro p\u00fablico de l\u00edderes federais, regionais e locais, na cidade de Ouallam, o General Mahamadou Abou Tarka disse que a fronteira de Tillab\u00e9ri com o Mali permite que os extremistas tenham um acesso virtualmente desimpedido para a regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cAs dificuldades para garantir a paz numa regi\u00e3o como aquela do norte de Tillab\u00e9ri adv\u00e9m do facto de tratar-se de uma \u00e1rea de fronteira aberta para o Mali, onde o governo infelizmente desapareceu,\u201d disse Tarka, que serve como presidente da Alta Autoridade para Consolida\u00e7\u00e3o da Paz da Nig\u00e9ria. \u201cDevemos procur\u00e1-los e persegui-los incansavelmente na sua base no Mali, aniquil\u00e1-los, n\u00e3o permitir que tenham campo.\u201d<\/p>\n<p>Para vencer esta batalha contra os extremistas, disse, o ex\u00e9rcito, os l\u00edderes locais e o p\u00fablico devem trabalhar de m\u00e3os dadas.<\/p>\n<p>\u201cAs for\u00e7as armadas precisam do conhecimento que a administra\u00e7\u00e3o tem das comunidades,\u201d disse. \u201cAs consultas entre o ex\u00e9rcito e o governador, entre o ex\u00e9rcito e os prefeitos, devem ser permanentes.\u201d<\/p>\n<p>O ISGS \u00e9, de longe, o grupo terrorista mais activo no N\u00edger. Na primeira metade de 2021, o n\u00famero de pessoas mortas pelo ISGS representou 66% de todas as mortes perpetradas pela viol\u00eancia pol\u00edtica organizada e cerca de 79% por viol\u00eancia contra civis, de acordo com o ACLED.<\/p>\n<p><strong>A brutalidade no Burkina Faso<\/strong><\/p>\n<p>O ISGS tamb\u00e9m deixou um rastro de devasta\u00e7\u00e3o no Burkina Faso, onde os terroristas s\u00e3o conhecidos por cortar as m\u00e3os de suspeitos ladr\u00f5es, realizar execu\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e recrutar crian\u00e7as. Desde 2018, o pa\u00eds experimentou um aumento acentuado de ataques contra for\u00e7as de seguran\u00e7a e civis.<\/p>\n<p>No dia 4 de Junho de 2021, homens armados, na sua maioria crian\u00e7as com idades compreendidas entre 12 e 14 anos, invadiram a aldeia de Solhan, no nordeste de Burkina Faso, tendo matado mais de 160 pessoas e incendiado casas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A luta entre o ISGS e o JNIM, juntamente com os esfor\u00e7os da Fran\u00e7a e das for\u00e7as de seguran\u00e7a da For\u00e7a Conjunta G5 do Sahel enfraqueceram o ISGS na regi\u00e3o do Sahel daquele pa\u00eds, nas regi\u00f5es de Centre-Nord e East. O grupo alterou as suas opera\u00e7\u00f5es para a prov\u00edncia de Seno, a sul de Burkina Faso, e a prov\u00edncia de Oudalan, a leste.<\/p>\n<p>O JNIM procura manter a conformidade e regular a conduta social, atrav\u00e9s de meios menos mortais, incluindo intimida\u00e7\u00e3o atrav\u00e9s de amea\u00e7as, agress\u00f5es e raptos em zonas controladas pelo grupo, de acordo com o ACLED.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em Novembro de 2020, contudo, o JNIM respondeu ao destacamento de tropas na cidade nordeste de Mansila, impondo um embargo sobre a cidade e colocando dispositivos explosivos improvisados ao longo das estradas circunvizinhas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Durante a primeira metade de 2021, grupos extremistas mataram 66 volunt\u00e1rios das mil\u00edcias e, em Novembro, um ataque pr\u00f3ximo de uma mina de ouro, em Inata, matou 49 pol\u00edcias militares.<\/p>\n<p>At\u00e9 Maio de 2021, mais de 1,1 milh\u00f5es de civis burquinab\u00eas ficaram deslocados internamente, em compara\u00e7\u00e3o com 560.000 no in\u00edcio de 2020, de acordo com a Ag\u00eancia dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3>Multiplicam-se as Parcerias do Estado Isl\u00e2mico<\/h3>\n<p><strong>Anos Depois de Perder Territ\u00f3rio no M\u00e9dio Oriente, o ISIS Prolifera no Continente Africano<\/strong><\/p>\n<p>EQUIPA da ADF<\/p>\n<p>O<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>grupo do Estado Isl\u00e2mico, que j\u00e1 deteve cerca de um ter\u00e7o do territ\u00f3rio s\u00edrio e ainda mais espa\u00e7o no Iraque, agora supervisiona uma rede de afiliados de v\u00e1rios tamanhos em toda a \u00c1frica.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Cada afiliado surgiu em regi\u00f5es distintas, com hist\u00f3rias e ressentimentos singulares. Os grupos que exploram estes ressentimentos atrav\u00e9s da extors\u00e3o e da viol\u00eancia acabaram por tornar a marca conhecida a n\u00edvel global como ISIS. Agora a comunidade internacional est\u00e1 a juntar-se aos pa\u00edses africanos na procura de formas de combater a propaga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A influ\u00eancia do Estado Isl\u00e2mico em \u00c1frica tem estado a crescer anualmente desde 2014, de acordo com uma reportagem da Sky News, de 2021. At\u00e9 2019, pelo menos 22 pa\u00edses africanos tinham registado actividade suspeita ligada ao Estado Isl\u00e2mico, embora nenhum afiliado estivesse l\u00e1 instalado. At\u00e9 2020, oito pa\u00edses registaram um aumento de viol\u00eancia daquela natureza. Estes oito representam o Sahel da \u00c1frica Ocidental, o actual epicentro da viol\u00eancia do grupo do Estado Isl\u00e2mico no continente, a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) e Mo\u00e7ambique.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_34312\" aria-describedby=\"caption-attachment-34312\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-34312\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_162910058_CMYK-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-34312\" class=\"wp-caption-text\">Um soldado maliano caminha pr\u00f3ximo de um sinal com a inscri\u00e7\u00e3o \u201cBem-vindo ao Estado Isl\u00e2mico de Gao.\u201d O grupo do Estado Isl\u00e2mico tem estado a expandir o seu alcance em muitos pa\u00edses africanos, incluindo o Mali.<\/figcaption><\/figure>\n<p>Observadores afirmam que as filia\u00e7\u00f5es ao grupo do Estado Isl\u00e2mico oferecem vantagens para grupos militantes baseados em \u00c1frica e para a organiza\u00e7\u00e3o coordenadora. Os grupos jihadistas locais ganham o selo \u201cda marca do Estado Isl\u00e2mico, assim como recursos, tais como financiamento, treinos e uma plataforma para propaganda baseada nas redes sociais a n\u00edvel mundial,\u201d escreveu Jacob Zenn, da Funda\u00e7\u00e3o Jamestown, e Colin P. Clarke, do Grupo Soufan, para a revista Foreign Policy. Por sua vez, o grupo do Estado Isl\u00e2mico pode registar alguns sucessos em \u00c1frica enquanto luta para recuperar das derrotas sofridas no M\u00e9dio Oriente.<\/p>\n<p>De facto, os afiliados africanos agora s\u00e3o apresentados na primeira p\u00e1gina da publica\u00e7\u00e3o semanal do grupo do Estado Isl\u00e2mico, al-Naba, mais do que os grupos centrais do Iraque e da S\u00edria (n\u00facleo do ISIS), escreveram Zenn e Clarke.<\/p>\n<p>Existem seis afiliados africanos, ou prov\u00edncias, do grupo do Estado Isl\u00e2mico em \u00c1frica. Os primeiros tr\u00eas come\u00e7aram em 2014 numa L\u00edbia assolada pela guerra, na Arg\u00e9lia e na regi\u00e3o problem\u00e1tica do Sinai, Egipto. Um ano depois, a Prov\u00edncia da \u00c1frica Ocidental do Estado Isl\u00e2mico (ISWAP) foi formada e possui ramifica\u00e7\u00f5es na Bacia do Lago Chade e no Sahel. Uma ramifica\u00e7\u00e3o emergiu da insurg\u00eancia do Boko Haram da Nig\u00e9ria e a outra dos grupos militantes activos no norte do Mali.<\/p>\n<p>Um pequeno grupo da Som\u00e1lia jurou fidelidade ao grupo do Estado Isl\u00e2mico em 2018, e um ano depois foi formada a Prov\u00edncia da \u00c1frica Central do Estado Isl\u00e2mico. Possui ramifica\u00e7\u00f5es na insurg\u00eancia da prov\u00edncia de Cabo Delgado, em Mo\u00e7ambique, e uma fac\u00e7\u00e3o do grupo de militantes das For\u00e7as Democr\u00e1ticas Aliadas, da regi\u00e3o leste da RDC.<\/p>\n<p>\u201cSublinhando o quanto a \u00c1frica passou a ser uma importante \u00e1rea de opera\u00e7\u00f5es do Estado Isl\u00e2mico, estima-se que 41% de todas as mortes infligidas por militantes do Estado Isl\u00e2mico, em 2019, ocorreram em \u00c1frica,\u201d escreveram os pesquisadores Tricia Bacon e Jason Warner, para o Centro de Combate ao Terrorismo de West Point.<\/p>\n<p>Os grupos africanos variam em termos de hist\u00f3ria, tamanho e motiva\u00e7\u00e3o. Especialistas conclu\u00edram que discernir as verdadeiras rela\u00e7\u00f5es entre eles e o grupo do Estado Isl\u00e2mico pode ser dif\u00edcil. Em \u00faltima inst\u00e2ncia, o grupo do Estado Isl\u00e2mico tem de designar um grupo como uma prov\u00edncia para que este possa ser considerado um afiliado.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os investigadores Haroro J. Ingram e Lorenzo Vidino escreveram, num ensaio de Maio de 2021, para um blog do Instituto Lawfare, que o grupo do Estado Isl\u00e2mico fornece aos afiliados o seu aqeeda (credo) e o seu manhaj (m\u00e9todo) para a cria\u00e7\u00e3o de um Estado Isl\u00e2mico e uma marca para promover a sua propaganda.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cEm suma, espera-se que os seus afiliados adoptem e apliquem a ideologia e a estrat\u00e9gia pol\u00edtico-militar do Estado Isl\u00e2mico no seu canto do mundo,\u201d escreveram.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Por exemplo, na RDC, a fac\u00e7\u00e3o Seka Musa Baluku, do grupo de militantes das For\u00e7as Democr\u00e1ticas Aliadas, adoptou as t\u00e9cnicas de propaganda do ISIS Central e os objectos de discuss\u00e3o. Por sua vez, Ingram e Vidino escreveram que o grupo do Estado Isl\u00e2mico reconheceu as opera\u00e7\u00f5es dos militantes da RDC e reivindicou os seus sucessos. O ISIS Central n\u00e3o parece estar a fazer muita coisa no sentido de comandar e controlar, mas existem provas de financiamento trazido para o grupo da RDC.<\/p>\n<p>Um tema que une os afiliados \u00e9 o seu \u201ccompromisso m\u00fatuo com os ideais, pelo menos de forma ostensiva, de um califado global,\u201d de acordo com Bacon e Warner.<\/p>\n<p>Em forma de ajuda ao grupo l\u00edbio, o ISIS Central enviou emiss\u00e1rios do Iraque, mandou regressar combatentes estrangeiros para fortalecer as for\u00e7as locais, ofereceu dinheiro e forneceu conselhos t\u00e1cticos, estrat\u00e9gicos e sobre governa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O ISIS central tamb\u00e9m enviou dinheiro para a fac\u00e7\u00e3o ISWAP do Lago Chade e para grupos que se encontram na Som\u00e1lia. O grupo do Sinai recebeu dinheiro e armamento, escreveram Bacon e Warner. Mesmo assim, a ajuda aos afiliados foi \u201cad hoc e irregular.\u201d<\/p>\n<p>Zenn e Clarke argumentaram que as prov\u00edncias l\u00edbias, que s\u00e3o mais ou menos defuntas agora, representaram uma liga\u00e7\u00e3o de primeiro grau, porque juraram lealdade e receberam combatentes oriundos da S\u00edria para se estabelecerem e \u201cmantiveram comunica\u00e7\u00f5es frequentes e directas com o n\u00facleo do grupo.\u201d Eles tamb\u00e9m receberam financiamento, treinos e aconselhamento at\u00e9 que for\u00e7as internacionais e l\u00edbias os desalojaram.<\/p>\n<p>A ISWAP representaria a liga\u00e7\u00e3o de segundo grau. Jurou fidelidade, mas teve pouco envolvimento com combatentes e formadores do grupo central do ISIS. O ISIS, contudo, promove ataques e faz consultas com l\u00edderes da ISWAP.<\/p>\n<p>O mundo est\u00e1 a tomar nota do crescimento do grupo do Estado Isl\u00e2mico em \u00c1frica. Em finais de Junho de 2021, l\u00edderes da Coliga\u00e7\u00e3o Global para Derrotar o ISIS, composta por 83 pa\u00edses, reuniram-se em Roma e aprovaram uma for\u00e7a-tarefa para lidar com a propaga\u00e7\u00e3o de grupos militantes em \u00c1frica.<\/p>\n<p>Luigi Di Maio, Ministro dos Neg\u00f3cios Estrangeiros da It\u00e1lia, n\u00e3o partilhou pormenores sobre como a for\u00e7a-tarefa iria trabalhar, mas disse que seria necess\u00e1ria uma \u201cabordagem hol\u00edstica\u201d para lidar com quest\u00f5es como a pobreza e outros causadores do extremismo.<\/p>\n<p>A coliga\u00e7\u00e3o anunciou que a Rep\u00fablica Centro-Africana, a RDC e a Maurit\u00e2nia se encontram entre os mais novos membros do grupo. Burkina Faso, Gana e Mo\u00e7ambique participaram como observadores.<\/p>\n<p>\u201cEmbora seja bom que a coliga\u00e7\u00e3o esteja a falar sobre \u00c1frica e a trazer pa\u00edses relevantes para o debate, qualquer coordena\u00e7\u00e3o parece ainda estar nos est\u00e1gios iniciais, enquanto as condi\u00e7\u00f5es no terreno est\u00e3o a deteriorar-se de forma muito r\u00e1pida,\u201d Emily Estelle, pesquisadora do American Enterprise Institute, disse \u00e0 Voz da Am\u00e9rica.<\/p>\n<p>\u201cA for\u00e7a-tarefa proposta devia centrar as suas energias no apoio dos sucessos militares com os sucessos da governa\u00e7\u00e3o,\u201d disse. \u201cEsta \u00e9 a lacuna que permite que o Estado Isl\u00e2mico e outros grupos continuem a retornar depois de perdas militares.\u201d<\/p>\n<hr \/>\n<h3 id=\"esforcos\">Esfor\u00e7os Militares Internacionais<\/h3>\n<p><strong>A MISS\u00c3O MULTIDIMENSIONAL INTEGRADA DAS NA\u00c7\u00d5ES UNIDAS PARA A ESTABILIZA\u00c7\u00c3O DO MALI (MINUSMA)<\/strong><\/p>\n<p>A MINUSMA, criada em 2013, tem mandato para incluir 13.289 do pessoal militar e 1.920 agentes da pol\u00edcia. As suas for\u00e7as est\u00e3o espalhadas por cinco sectores. O seu mandato inclui apoiar a implementa\u00e7\u00e3o do acordo de paz no Mali e ajudar os actores malianos a estabelecer uma estrat\u00e9gia para a protec\u00e7\u00e3o de civis e para a redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia. Durante a maior parte da sua exist\u00eancia, revelou-se ser a miss\u00e3o de manuten\u00e7\u00e3o de paz mais perigosa do mundo, com 260 soldados da manuten\u00e7\u00e3o da paz mortos at\u00e9 Novembro de 2021.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>A FOR\u00c7A CONJUNTA G5 DO SAHEL<\/strong><\/p>\n<p>As autoridades formaram a For\u00e7a Conjunta G5 do Sahel em 2017 como uma alian\u00e7a militar entre Burkina Faso, Chade, Mali, Maurit\u00e2nia e N\u00edger. Na sua cria\u00e7\u00e3o, foi autorizada pela Uni\u00e3o Africana e pela sede das Na\u00e7\u00f5es Unidas em Bamako, Mali, e inclui pessoal em n\u00famero de at\u00e9 5.000, entre soldados, agentes da pol\u00edcia e guardas. Combate o terrorismo, o tr\u00e1fico de drogas e o tr\u00e1fico de seres humanos no Sahel com \u00eanfase em particular nas regi\u00f5es fronteiri\u00e7as entre os pa\u00edses membros.<\/p>\n<p><strong>A FOR\u00c7A-TAREFA CONJUNTA MULTINACIONAL (MNJTF)<\/strong><\/p>\n<p>As autoridades criaram a MNJTF em 1994, na Nig\u00e9ria, em resposta ao banditismo armado na Bacia do Lago Chade. Em 1998, tornou-se verdadeiramente multinacional com a inclus\u00e3o do Chade e do N\u00edger, que enfrentavam desafios de seguran\u00e7a semelhantes. Em 2015, enquanto o grupo extremista do Boko Haram se espalhava pela regi\u00e3o, a Uni\u00e3o Africana autorizou o destacamento de cerca de 10.000 tropas para resolver a crise de seguran\u00e7a. Agora inclui cinco Estados-membros, nomeadamente Benin, Camar\u00f5es, Chade, N\u00edger e Nig\u00e9ria, com quatro sectores em Mora, Camar\u00f5es; Baga-Sola, Chade; Baga, Nig\u00e9ria; e Diffa, N\u00edger.<\/p>\n<p><strong>A MISS\u00c3O DE FORMA\u00c7\u00c3O DA UNI\u00c3O EUROPEIA (EUTM) NO MALI<\/strong><\/p>\n<p>A miss\u00e3o, que come\u00e7ou em 2013, \u00e9 composta por mais de 800 soldados de 22 pa\u00edses-membros da Uni\u00e3o Europeia e cinco Estados n\u00e3o-membros. A EUTM no Mali forma e aconselha o ex\u00e9rcito maliano, melhora o sistema de educa\u00e7\u00e3o militar e aconselha o pessoal da sede da For\u00e7a Conjunta G5 do Sahel. Come\u00e7ou com o seu quinto mandato em 2020 e, at\u00e9 meados de 2021, tinha formado mais de 15.000 estudantes das For\u00e7as Armadas Malianas numa variedade de habilidades, incluindo primeiros socorros, combate de dispositivos explosivos improvisados e lei sobre os direitos humanos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>A OPERA\u00c7\u00c3O BARKHANE<\/strong><\/p>\n<p>Esta interven\u00e7\u00e3o militar liderada pela Fran\u00e7a veio depois da Opera\u00e7\u00e3o Serval, em Agosto de 2014. Diferentemente da Serval, que estava limitada ao Mali, a Opera\u00e7\u00e3o Barkhane foi concebida para responder aos militantes em toda a regi\u00e3o do Sahel, com \u00eanfase particular na regi\u00e3o de fronteira tr\u00edplice entre Burkina Faso, Mali e N\u00edger. Cerca de 4.500 soldados foram destacados para Burkina Faso, Chade, Mali e N\u00edger, com sede em N\u2019Djamena, Chade. Em Julho de 2021, o presidente franc\u00eas, Emmanuel Macron, anunciou que iria terminar a opera\u00e7\u00e3o enquanto continuava o apoio da Fran\u00e7a para os pa\u00edses da regi\u00e3o que combatem o extremismo.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>A FOR\u00c7A-TAREFA TAKUBA<\/strong><\/p>\n<p>Em Dezembro de 2020, um esfor\u00e7o europeu designado For\u00e7a-Tarefa Takuba chegou ao norte do Mali, com as primeiras tropas oriundas da Fran\u00e7a e da Est\u00f3nia; as for\u00e7as da Rep\u00fablica Checa e da Su\u00e9cia chegaram pouco depois, de acordo com o grupo de reflex\u00e3o Council on Foreign Relations. Em 2021, a for\u00e7a-tarefa reuniu as for\u00e7as especiais de sete pa\u00edses europeus para lutar contra o terrorismo no Sahel. A for\u00e7a inclui 600 tropas, metade das quais provenientes do ex\u00e9rcito franc\u00eas.<\/p>\n<hr \/>\n<h3 id=\"grupos\">Grupos Armados<\/h3>\n<p><strong>O JAMA\u2019AT NUSRAT AL-ISLAM WAL-MUSLIMIN (JNIM)<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/strong><\/p>\n<p>O JNIM foi formado em Mar\u00e7o de 2017, atrav\u00e9s de uma jun\u00e7\u00e3o de quatro grupos jihadistas do Sahel: o Ansar al-Dine, a Frente de Liberta\u00e7\u00e3o de Macina, o al-Mourabitoun e a ramifica\u00e7\u00e3o do Sahara da al-Qaeda no Magrebe Isl\u00e2mico (AQIM). Desde ent\u00e3o, expandiu os seus territ\u00f3rios de opera\u00e7\u00f5es pela \u00c1frica Ocidental enquanto comete viol\u00eancia contra civis, for\u00e7as de seguran\u00e7a locais, ex\u00e9rcitos internacionais e soldados de manuten\u00e7\u00e3o da Paz da ONU.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>O ANSAR AL-DINE<\/strong><\/p>\n<p>O Ansar al-Dine, que significa \u201cDefensores da F\u00e9,\u201d \u00e9 um grupo Tuaregue isl\u00e2mico, fundado em Dezembro de 2011. O grupo tenta estabelecer a Sharia em todo o Mali e, muitas vezes, ataca civis ocidentais e soldados de manuten\u00e7\u00e3o da paz. O grupo esteve muito envolvido no golpe de Estado de 2012, no Mali. Em 2017, o grupo juntou-se oficialmente \u00e0 Frente de Liberta\u00e7\u00e3o de Macina, ao al-Mourabitoun e \u00e0 ramifica\u00e7\u00e3o do Sahara do AQIM para formar o JNIM.<\/p>\n<p><strong>A FRENTE DE LIBERTA\u00c7\u00c3O DE MACINA (FLM)<\/strong><\/p>\n<p>Um afiliado do Ansar al-Dine, a FLM foi formada em Janeiro de 2015 com objectivo de assumir o controlo de um grande territ\u00f3rio da regi\u00e3o central do Mali e substituir o Estado do Mali. Foi fundado por Amadou Koufa, um pregador radical Fulani, oriundo da regi\u00e3o de Mopti. O grupo inicialmente atacou tropas malianas, mas pouco depois come\u00e7ou a atacar civis, realizando rusgas de pequena escala nas esta\u00e7\u00f5es da pol\u00edcia e assassinado oficiais locais. O grupo alegadamente utilizou dispositivos explosivos improvisados, carros-bomba e ataques suicidas durante um ataque contra o Quartel-General da For\u00e7a Conjunta G5 do Sahel, em 2018.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>O ESTADO ISL\u00c2MICO DO GRANDE SAHARA (ISGS)<\/strong><\/p>\n<p>A operar na regi\u00e3o de Liptako-Gourma do Sahel, ao longo das fronteiras de Burkina Faso, Mali e do N\u00edger, o ISGS visa estabelecer um governo Salafi-jihadista. O grupo \u00e9 conhecido por competir com outros grupos terroristas, cometer viol\u00eancia contra civis e atacar as for\u00e7as de seguran\u00e7a internacionais e locais. Em Setembro de 2021, as tropas francesas mataram o l\u00edder do ISGS, Adnan Abu Walid al-Sahrawi, que era procurado por realizar ataques mortais contra soldados dos EUA e trabalhadores de ajuda humanit\u00e1ria estrangeiros.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><strong>O ANSAROUL ISLAM<\/strong><\/p>\n<p>Fundado em 2016 por Ibrahim Malam Dicko, um imam e pregador Fulani, \u00e9 considerado o primeiro grupo islamita de militantes nascido em Burkina Faso. O grupo dividiu-se depois da morte de Dicko, numa rusga liderada pela Fran\u00e7a ao seu acampamento, em 2017. De 2016 a 2018, pouco mais da metade de eventos violentos de militantes islamitas em Burkina Faso foram atribu\u00eddos ao Ansaroul Islam, mas as actividades do grupo reduziram drasticamente nos anos que se seguiram.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EQUIPA DA ADF | FOTOS DA AFP\/GETTY IMAGES Atrocidades em massa, deslocamentos for\u00e7ados, execu\u00e7\u00f5es p\u00fablicas: Terror. Foi um facto da vida em partes da regi\u00e3o do Sahel de \u00c1frica, desde que os extremistas ganharam espa\u00e7o no Mali, em 2012, e posteriormente expandiram o seu alcance para al\u00e9m das fronteiras do pa\u00eds. Apesar dos esfor\u00e7os das<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":34320,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[334],"tags":[499,473,447,534],"class_list":{"0":"post-35013","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-reportagens","8":"tag-extremismo","9":"tag-mocambique","10":"tag-republica-democratica-do-congo","11":"tag-terrorismo"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.3 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_PT\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"EQUIPA DA ADF | FOTOS DA AFP\/GETTY IMAGES Atrocidades em massa, deslocamentos for\u00e7ados, execu\u00e7\u00f5es p\u00fablicas: Terror. Foi um facto da vida em partes da regi\u00e3o do Sahel de \u00c1frica, desde que os extremistas ganharam espa\u00e7o no Mali, em 2012, e posteriormente expandiram o seu alcance para al\u00e9m das fronteiras do pa\u00eds. Apesar dos esfor\u00e7os das\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Africa Defense Forum\" \/>\n<meta property=\"article:publisher\" content=\"https:\/\/www.facebook.com\/ADFmagazine\/\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2022-08-11T19:10:27+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2022-08-24T17:35:26+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1080\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"ADF\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg\" \/>\n<meta name=\"twitter:creator\" content=\"@ADFmagazine\" \/>\n<meta name=\"twitter:site\" content=\"@ADFmagazine\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"ADF\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Tempo estimado de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"19 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/\"},\"author\":{\"name\":\"ADF\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025\"},\"headline\":\"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel\",\"datePublished\":\"2022-08-11T19:10:27+00:00\",\"dateModified\":\"2022-08-24T17:35:26+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/\"},\"wordCount\":3805,\"commentCount\":0,\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/08\\\/Overview_1196905327_CMYK.jpg\",\"keywords\":[\"extremismo\",\"Mo\u00e7ambique\",\"Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo\",\"Terrorismo\"],\"articleSection\":[\"Reportagens\"],\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/\",\"name\":\"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/08\\\/Overview_1196905327_CMYK.jpg\",\"datePublished\":\"2022-08-11T19:10:27+00:00\",\"dateModified\":\"2022-08-24T17:35:26+00:00\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/08\\\/Overview_1196905327_CMYK.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2022\\\/08\\\/Overview_1196905327_CMYK.jpg\",\"width\":1080,\"height\":720},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/2022\\\/08\\\/forcas-de-seguranca-do-sahel\\\/#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/\",\"name\":\"Africa Defense Forum\",\"description\":\"Africa Defense Forum\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-PT\"},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025\",\"name\":\"ADF\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-PT\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/cropped-ADF_icon.jpg\",\"url\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/cropped-ADF_icon.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/05\\\/cropped-ADF_icon.jpg\",\"caption\":\"ADF\"},\"description\":\"ADF is a professional military magazine published quarterly by U.S. Africa Command to provide an international forum for African security professionals. ADF covers topics such as counter terrorism strategies, security and defense operations, transnational crime, and all other issues affecting peace, stability, and good governance on the African continent.\",\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/x.com\\\/ADFmagazine\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/adf-magazine.com\\\/pt-pt\\\/author\\\/adf\\\/\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/","og_locale":"pt_PT","og_type":"article","og_title":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum","og_description":"EQUIPA DA ADF | FOTOS DA AFP\/GETTY IMAGES Atrocidades em massa, deslocamentos for\u00e7ados, execu\u00e7\u00f5es p\u00fablicas: Terror. Foi um facto da vida em partes da regi\u00e3o do Sahel de \u00c1frica, desde que os extremistas ganharam espa\u00e7o no Mali, em 2012, e posteriormente expandiram o seu alcance para al\u00e9m das fronteiras do pa\u00eds. Apesar dos esfor\u00e7os das","og_url":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/","og_site_name":"Africa Defense Forum","article_publisher":"https:\/\/www.facebook.com\/ADFmagazine\/","article_published_time":"2022-08-11T19:10:27+00:00","article_modified_time":"2022-08-24T17:35:26+00:00","og_image":[{"width":1080,"height":720,"url":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"ADF","twitter_card":"summary_large_image","twitter_image":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1228106811_CMYK.jpg","twitter_creator":"@ADFmagazine","twitter_site":"@ADFmagazine","twitter_misc":{"Escrito por":"ADF","Tempo estimado de leitura":"19 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/"},"author":{"name":"ADF","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/#\/schema\/person\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025"},"headline":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel","datePublished":"2022-08-11T19:10:27+00:00","dateModified":"2022-08-24T17:35:26+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/"},"wordCount":3805,"commentCount":0,"image":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1196905327_CMYK.jpg","keywords":["extremismo","Mo\u00e7ambique","Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo","Terrorismo"],"articleSection":["Reportagens"],"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/","url":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/","name":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel - Africa Defense Forum","isPartOf":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1196905327_CMYK.jpg","datePublished":"2022-08-11T19:10:27+00:00","dateModified":"2022-08-24T17:35:26+00:00","author":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/#\/schema\/person\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-PT","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#primaryimage","url":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1196905327_CMYK.jpg","contentUrl":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2022\/08\/Overview_1196905327_CMYK.jpg","width":1080,"height":720},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2022\/08\/forcas-de-seguranca-do-sahel\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/adf-magazine.com\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"For\u00e7as De Seguran\u00e7a Do Sahel"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/#website","url":"https:\/\/adf-magazine.com\/","name":"Africa Defense Forum","description":"Africa Defense Forum","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/adf-magazine.com\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-PT"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/#\/schema\/person\/f266a6061389568b5a11465bb38bc025","name":"ADF","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-PT","@id":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/cropped-ADF_icon.jpg","url":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/cropped-ADF_icon.jpg","contentUrl":"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2020\/05\/cropped-ADF_icon.jpg","caption":"ADF"},"description":"ADF is a professional military magazine published quarterly by U.S. Africa Command to provide an international forum for African security professionals. ADF covers topics such as counter terrorism strategies, security and defense operations, transnational crime, and all other issues affecting peace, stability, and good governance on the African continent.","sameAs":["https:\/\/x.com\/ADFmagazine"],"url":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/author\/adf\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35013","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35013"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35013\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/34320"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35013"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35013"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35013"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}