{"id":136863,"date":"2026-05-06T14:24:50","date_gmt":"2026-05-06T18:24:50","guid":{"rendered":"https:\/\/adf-magazine.com\/?p=136863"},"modified":"2026-06-01T09:57:46","modified_gmt":"2026-06-01T13:57:46","slug":"franquias-do-medo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2026\/05\/franquias-do-medo\/","title":{"rendered":"Franquias Do Medo"},"content":{"rendered":"<p>O<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span>Jama\u2019at Nusrat al-Islam wal-Muslimin, afiliado da al-Qaeda, realizou um ataque coordenado e abrangente a sete locais militares no oeste do Mali, incluindo perto das fronteiras com o Senegal e a Maurit\u00e2nia, em meados de 2025.<\/p>\n<p>O grupo terrorista, mais conhecido como JNIM, foi respons\u00e1vel por um aumento nos ataques naquela \u00e9poca em v\u00e1rios pa\u00edses da \u00c1frica Ocidental, principalmente no Burquina Faso, no Mali e no N\u00edger. O grupo tornou-se uma grande for\u00e7a na instabilidade regional e foi usado como justificativa para golpes militares nos tr\u00eas pa\u00edses do Sahel nos \u00faltimos cinco anos.<\/p>\n<p>O JNIM \u00e9 apenas uma das franquias terroristas da al-Qaeda, com sede no M\u00e9dio Oriente, em \u00c1frica e noutros locais. O grupo rival Estado Isl\u00e2mico, ou EI, tamb\u00e9m tem sede no M\u00e9dio Oriente e franqueou grupos semelhantes.<\/p>\n<p>O JNIM foi formado em Mar\u00e7o de 2017, quando quatro grupos terroristas sediados no Mali se fundiram e juraram lealdade \u00e0 al-Qaeda. As autoridades hesitam em especular sobre o n\u00famero de combatentes nas fileiras do JNIM, mas dizem que podem ser v\u00e1rios milhares, de acordo com a BBC.<\/p>\n<figure id=\"attachment_136483\" aria-describedby=\"caption-attachment-136483\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-136483\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"754\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit-300x209.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit-1024x715.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit-768x536.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit-150x105.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC2OKCA4X8HP_edit-450x314.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-136483\" class=\"wp-caption-text\">For\u00e7as policiais mar\u00edtimas da Puntl\u00e2ndia patrulham a costa do Mar Vermelho em busca de terroristas do grupo Estado Isl\u00e2mico. REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n<p>Embora tais franquias tenham surgido no M\u00e9dio Oriente, essa regi\u00e3o deixou de ser o ref\u00fagio seguro para terroristas. A al-Qaeda e o EI j\u00e1 dominaram a regi\u00e3o, onde, no seu auge, o EI tinha cerca de 80.000 terroristas, incluindo mais de 42.000 combatentes estrangeiros de 120 pa\u00edses, de acordo com o consultor em terrorismo Adrian Shtuni. Os investigadores estimam que apenas cerca de 1.500 a 3.000 combatentes do EI permanecem no M\u00e9dio Oriente, com focos de combatentes na S\u00edria e no Iraque.<\/p>\n<p>Desde que perderam terreno no M\u00e9dio Oriente, as duas redes terroristas mudaram o seu foco para \u00c1frica. O terrorismo \u00e9 visto como a amea\u00e7a mais significativa \u00e0 paz, seguran\u00e7a e desenvolvimento sustent\u00e1vel em todo o continente actualmente, e a \u00c1frica Subsaariana agora \u00e9 respons\u00e1vel por quase 60% de todas as mortes relacionadas ao terrorismo em todo o mundo. O Sahel \u00e9 a \u201czona de impacto\u201d da viol\u00eancia terrorista, com mais de 6.000 mortes por tr\u00eas anos consecutivos.<\/p>\n<p>O fanatismo religioso, a instabilidade pol\u00edtica cr\u00f3nica, as queixas locais, a pobreza e a governa\u00e7\u00e3o ineficaz impulsionaram a cria\u00e7\u00e3o de franquias africanas, segundo os especialistas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O terreno acidentado e a dist\u00e2ncia dos centros populacionais permitem que as opera\u00e7\u00f5es terroristas prosperem. A Nig\u00e9ria \u00e9 assolada por grupos que atacam cidades e vilas e depois se retiram para a Floresta de Sambisa. De acordo com a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas, \u00e1reas remotas do Sahara e do Sahel, do Lago Chade, da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo e da prov\u00edncia de Cabo Delgado, em Mo\u00e7ambique, oferecem esconderijos para terroristas. Algumas partes de \u00c1frica s\u00e3o praticamente inacess\u00edveis durante as esta\u00e7\u00f5es chuvosas.<\/p>\n<p>Algumas franquias come\u00e7am como grupos insurgentes locais que chamam a aten\u00e7\u00e3o do EI ou da al-Qaeda. Os grupos juntam-se pelo prest\u00edgio, treino e recursos que as duas organiza\u00e7\u00f5es podem oferecer. A lealdade entre os grupos extremistas oscila, com alguns grupos a mudarem de lado devido a factores como viol\u00eancia excessiva ou falta de apoio e dinheiro.<\/p>\n<figure id=\"attachment_136419\" aria-describedby=\"caption-attachment-136419\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-136419\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"736\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit-300x204.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit-1024x698.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit-768x523.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit-150x102.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/GM1DWDADYHAA_edit-450x307.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-136419\" class=\"wp-caption-text\">A pol\u00edcia nigeriana monta guarda na entrada de uma embaixada em Lagos. A Nig\u00e9ria alertou as embaixadas sobre ataques terroristas. \u00a0REUTERs<\/figcaption><\/figure>\n<p>A al-Qaeda e o EI utilizam um \u201cmodelo de franquia descentralizado\u201d para ganhar seguidores e transformar as queixas locais \u201cem projectos jihadistas regionais, mais ou menos negociando com a legitimidade da marca,\u201d o Dr. Sergio Altuna, investigador s\u00e9nior do Programa sobre Extremismo da Universidade George Washington, disse \u00e0 ADF. \u201cOs l\u00edderes locais dizem que recebem este capital simb\u00f3lico, um nome global, uma marca global.\u201d<\/p>\n<p>As franquias de ambas as organiza\u00e7\u00f5es t\u00eam uma margem de manobra consider\u00e1vel na forma como operam. Embora utilizem os nomes das organiza\u00e7\u00f5es-m\u00e3e para se conferirem legitimidade, as afiliadas adaptam-se \u00e0s condi\u00e7\u00f5es locais, incluindo pol\u00edticas \u00e9tnicas e queixas. Sem uma estrutura central, s\u00e3o menos vulner\u00e1veis a ataques por parte das for\u00e7as de combate \u00e0 insurg\u00eancia.<\/p>\n<p>Grupos de investiga\u00e7\u00e3o, como a Hoover Institution, afirmam que as marcas al-Qaeda e EI t\u00eam valor pr\u00e1tico e simb\u00f3lico para as suas afiliadas. Mas os grupos individuais t\u00eam objectivos e estrat\u00e9gias diferentes.<\/p>\n<p>\u201cAs alega\u00e7\u00f5es de lealdade \u00e0 al-Qaeda ou ao EI ocultam o facto de que os grupos insurgentes da \u00c1frica Subsaariana s\u00e3o essencialmente insurg\u00eancias locais, que recebem pouco ou nenhum apoio externo,\u201d relata um Estudo sobre Conflitos Armados de 2023 do Instituto Internacional de Estudos Estrat\u00e9gicos. \u201cH\u00e1 muito poucas provas de que a al-Qaeda ou o EI tenham capacidade para prestar um apoio significativo a estas autoproclamadas franquias. Estes grupos jihadistas s\u00e3o, pelo contr\u00e1rio, largamente autofinanciados.\u201d<\/p>\n<p>Embora os dois grupos utilizem a viol\u00eancia para derrubar governos e controlar a sociedade usando uma interpreta\u00e7\u00e3o rigorosa da Sharia, os seus m\u00e9todos e t\u00e1cticas podem diferir. Ao contr\u00e1rio do EI, a al-Qaeda tem enfatizado uma insurg\u00eancia de longo prazo com alian\u00e7as locais e ref\u00fagios seguros, de acordo com a Brookings Institution.<\/p>\n<p><b>GRUPOS FRAGMENTADOS<\/b><\/p>\n<p>\u00c0 medida que as franquias de grupos terroristas evoluem, as suas agendas podem mudar, de acordo com a Pesquisa sobre Conflitos Armados de 2023.<\/p>\n<p>\u201cOs grupos jihadistas da regi\u00e3o t\u00eam evolu\u00eddo, tornando-se muito mais localizados e entrela\u00e7ados com conflitos comunit\u00e1rios e \u00e9tnicos,\u201d a editora Irene Mia escreveu no site do instituto quando a pesquisa foi publicada. \u201cAs suas liga\u00e7\u00f5es internacionais com o Estado Isl\u00e2mico e a al-Qaeda enfraqueceram, e as conex\u00f5es entre grupos insurgentes parecem agora limitar-se a colabora\u00e7\u00f5es intra-regionais.\u201d<\/p>\n<figure id=\"attachment_136487\" aria-describedby=\"caption-attachment-136487\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-136487\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"663\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit-300x184.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit-1024x629.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit-768x471.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit-150x92.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/RC26OGAPQFL1_edit-450x276.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-136487\" class=\"wp-caption-text\">Um homem passa por motorizadas destru\u00eddas num ataque de terroristas afiliados ao grupo Estado Isl\u00e2mico no leste da Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, em Setembro de 2025. REUTERS<\/figcaption><\/figure>\n<p>Apesar das diferen\u00e7as e rivalidades entre o EI e a al-Qaeda, ambos querem estabelecer governos com \u201cum regime religioso inabal\u00e1vel, onde tudo o que \u00e9 moderno e liberal \u00e9 proibido,\u201d o Dr. David Doukhan disse num relat\u00f3rio de 2025 intitulado \u201cO nascimento de um Estado jihadista est\u00e1 mais pr\u00f3ximo do que nunca na \u00c1frica Ocidental.\u201d<\/p>\n<p>Doukhan afirmou que, na \u00c1frica Ocidental, as organiza\u00e7\u00f5es n\u00e3o se contentam com as \u00e1reas que j\u00e1 controlam, mas est\u00e3o \u201ca caminho dos pa\u00edses do Golfo da Guin\u00e9.\u201d<\/p>\n<p>A Coliga\u00e7\u00e3o Global Contra o Daesh foi formada em 2014 para enfrentar o EI e os seus afiliados. De acordo com o Centro Internacional do Combate ao Terrorismo (ICCT), a coliga\u00e7\u00e3o de 85 pa\u00edses enfraqueceu significativamente o EI no Iraque e na S\u00edria e agora voltou a sua aten\u00e7\u00e3o para os grupos terroristas de \u00c1frica. Ela chama os grupos de \u201camea\u00e7a em evolu\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>A coliga\u00e7\u00e3o afirma que existem cinco abordagens estabelecidas para as campanhas antiterroristas:<\/p>\n<ol>\n<li>Derrotar e destruir o EI atrav\u00e9s de ac\u00e7\u00e3o militar.<\/li>\n<li>Combater o financiamento e as infra-estruturas econ\u00f3micas dos grupos.<\/li>\n<li>Impedir o fluxo de combatentes terroristas estrangeiros atrav\u00e9s das fronteiras.<\/li>\n<li>Apoiar a estabiliza\u00e7\u00e3o e a restaura\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos essenciais.<\/li>\n<li>Combater a propaganda dos grupos.<\/li>\n<\/ol>\n<p>\u201cCom a propaga\u00e7\u00e3o sem precedentes do jihadismo violento no continente africano, a Coliga\u00e7\u00e3o est\u00e1 certa em fazer da \u00c1frica a sua nova prioridade,\u201d relatou o ICCT em 2022. \u201cMas, mais importante ainda, os esfor\u00e7os da Coliga\u00e7\u00e3o para enfraquecer o Estado Isl\u00e2mico em \u00c1frica n\u00e3o podem ser uma repeti\u00e7\u00e3o das suas actividades anteriores noutras partes do mundo. Os objectivos, capacidades e padr\u00f5es de viol\u00eancia dos afiliados do Estado Isl\u00e2mico em \u00c1frica apresentam novos desafios que devem dar origem a novas perspectivas estrat\u00e9gicas.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\"> \u00a0<\/span><\/p>\n<hr \/>\n<h3>GRUPOS <span style=\"color: #ff0000;\">ACTUAIS<\/span><\/h3>\n<p>Os grupos terroristas s\u00e3o dif\u00edceis de rastrear. As alian\u00e7as mudam constantemente e os grupos alteram regularmente os seus nomes e t\u00e1cticas. A ONU, grupos de investiga\u00e7\u00e3o sobre terrorismo e organiza\u00e7\u00f5es como o Centro Nacional de Combate ao Terrorismo dos EUA acreditam que estes grupos continuam activos no continente:<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-136867\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map.png\" alt=\"\" width=\"831\" height=\"887\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map.png 831w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map-300x320.png 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map-768x820.png 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map-150x160.png 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/ADF_V19N1_POR_Map-450x480.png 450w\" sizes=\"(max-width: 831px) 100vw, 831px\" \/><\/a><\/p>\n<ul style=\"color: red;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O Jama\u2019at Nusrat al-Islam wal-Muslimin (JNIM) <\/strong>tem a sua sede no Mali e actua em grande parte da \u00c1frica Ocidental, incluindo partes do Burquina Faso e do N\u00edger.<br \/>\nEle explora as queixas e diferen\u00e7as locais para expandir o seu apoio na regi\u00e3o. Financia as suas opera\u00e7\u00f5es atrav\u00e9s do resgate de ref\u00e9ns, da cobran\u00e7a de impostos aos residentes locais, do contrabando de armas e da extors\u00e3o de traficantes de seres humanos e de droga.<br \/>\nNo final de 2025, realizou os seus primeiros ataques na Nig\u00e9ria.<br \/>\n<\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #f68b33;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O al-Shabaab <\/strong>jurou lealdade \u00e0 al-Qaeda em 2012. O grupo pretende derrubar o governo somali e expulsar as for\u00e7as estrangeiras. Em 2025, o grupo era a componente mais rica da al-Qaeda.<br \/>\nEstima-se que tenha entre 7.000 e 12.000 membros. Tornou-se particularmente h\u00e1bil no uso de transmiss\u00f5es de r\u00e1dio, sites e redes sociais para divulgar a sua propaganda para p\u00fablicos locais e globais. O al-Shabaab mant\u00e9m uma fortaleza no sul da Som\u00e1lia e realiza opera\u00e7\u00f5es principalmente nessa regi\u00e3o, mas, \u00e0s vezes, tamb\u00e9m no Qu\u00e9nia e na Eti\u00f3pia.<\/span><\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: transparent;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O Ansaru,<\/strong> tamb\u00e9m conhecido como al-Qaeda nas Terras Al\u00e9m do Sahel, originalmente tinha como objectivo actuar como um bra\u00e7o especial do Boko Haram dedicado a sequestros para obten\u00e7\u00e3o de resgate. Separou-se em Janeiro de 2012 para se aliar \u00e0 al-Qaeda, protestando contra o uso de ataques indiscriminados pelo Boko Haram. O n\u00famero de membros \u00e9 desconhecido.<br \/>\nOpera no noroeste da Nig\u00e9ria e na \u00e1rea da tr\u00edplice fronteira entre Benin, N\u00edger e Nig\u00e9ria. O grupo recruta membros entre as popula\u00e7\u00f5es locais, prestando servi\u00e7os e protec\u00e7\u00e3o em \u00e1reas mal servidas pelos governos nacionais.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #339f4e;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O Boko Haram <\/strong>pretende estabelecer um Estado isl\u00e2mico na Nig\u00e9ria, livre da educa\u00e7\u00e3o e da influ\u00eancia ocidentais. Desde a sua funda\u00e7\u00e3o em 2002, o Boko Haram tem sido, por vezes, associado \u00e0 al-Qaeda e ao EI, mas os investigadores acreditam que n\u00e3o est\u00e1 afiliado a nenhum dos dois grupos.<br \/>\nOpera principalmente no nordeste da Nig\u00e9ria e tamb\u00e9m realiza ataques nos Camar\u00f5es, no Chade e no N\u00edger. Desde 2021, o Boko Haram perdeu muitos dos seus combatentes e algum territ\u00f3rio para um grupo rival do EI, mas continua os seus ataques na regi\u00e3o do Lago Chade. Conta com cerca de 1.500 membros.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #f067a6;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI na \u00c1frica Central (EI-CA) <\/strong>come\u00e7ou como um grupo insurgente antigovernamental no Uganda e tornou-se uma filial do EI em 2019. \u00c9 um dos grupos terroristas mais letais de \u00c1frica, tendo matado milhares de civis. O EI divulga os ataques da filial na sua propaganda.<br \/>\nOpera principalmente nas prov\u00edncias do Kivu do Norte e de Ituri, na Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo, e tamb\u00e9m realiza ataques no Uganda. Acredita-se que tenha entre 1.000 e 1.500 membros.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: transparent;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI na L\u00edbia <\/strong>\u00e9 um dos v\u00e1rios grupos terroristas que surgiram ap\u00f3s as duas guerras civis na L\u00edbia, com o objectivo de estabelecer um califado antiocidental. O grupo realizou ataques, sequestros e execu\u00e7\u00f5es contra uma grande variedade de alvos no Norte de \u00c1frica. Tamb\u00e9m tentou expandir o EI para outros pa\u00edses africanos.<br \/>\nChegou a ter 6.000 membros, a maioria dos quais serviu como combatentes estrangeiros na S\u00edria. Actualmente, conta com cerca de 100 a 500 combatentes a operar em brigadas descentralizadas de guerrilha no deserto e c\u00e9lulas em rede. Alguns investigadores afirmam que a organiza\u00e7\u00e3o est\u00e1 inactiva h\u00e1 algum tempo.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #f26641;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI em Mo\u00e7ambique, <\/strong>ou Ansar al-Sunna, pretende derrubar o governo mo\u00e7ambicano e expulsar as influ\u00eancias estrangeiras. Altuna afirmou que o grupo come\u00e7ou \u201capenas como uma insurg\u00eancia isl\u00e2mica, sem liga\u00e7\u00f5es a qualquer organiza\u00e7\u00e3o jihadista global,\u201d mas tornou-se suficientemente grande para ser \u201cde alguma forma aceite sob a protec\u00e7\u00e3o do califado.\u201d O EI reconheceu publicamente a filial em 2019 e fornece-lhe assist\u00eancia t\u00e9cnica e apoio financeiro, al\u00e9m de impulsionar os seus ataques na sua propaganda.<br \/>\nConta com cerca de 300 combatentes e opera principalmente na prov\u00edncia nortenha de Cabo Delgado. Desde 2021, tem amea\u00e7ado projectos de g\u00e1s natural liquefeito na regi\u00e3o, levando algumas empresas a cessar as suas opera\u00e7\u00f5es.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #034ea2;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI na Prov\u00edncia do Sahel <\/strong>opera principalmente no Burquina Faso, no Mali e no N\u00edger. Originalmente, estava associado a um grupo alinhado com a al-Qaeda e separou-se em 2015 para jurar lealdade ao EI, que o reconheceu como filial em 2022. Expandiu significativamente o seu controlo territorial para algumas \u00e1reas rurais, incluindo a regi\u00e3o da fronteira tr\u00edplice de Liptako-Gourma, entre o Burquina Faso, o Mali e o N\u00edger.<br \/>\nShtuni afirma que conta com entre 2.000 e 3.000 combatentes. \u201cEm compara\u00e7\u00e3o, a for\u00e7a desta filial era estimada em 425 combatentes no final de 2018,\u201d disse.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #33a3dc;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI na Som\u00e1lia <\/strong>apoia as opera\u00e7\u00f5es globais do EI, angariando fundos, recrutando combatentes internacionalmente e planeando ataques fora de \u00c1frica. Foi formado por desertores do al-Shabaab. Jurou lealdade ao EI em 2015 e ganhou o seu reconhecimento como filial em 2018.<br \/>\n\u00c9 uma das filiais mais lucrativas do EI, ganhando milh\u00f5es de d\u00f3lares por ano com extors\u00e3o. Com 700 a 1.500 combatentes, opera principalmente nas montanhas Golis, na regi\u00e3o de Bari, no Estado semiaut\u00f3nomo da Puntl\u00e2ndia, na Som\u00e1lia.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n<ul style=\"color: #b0bb5c;\">\n<li style=\"font-size: 3em; line-height: .5;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"color: black;\"><span style=\"font-size: 1rem; vertical-align: 0.65em;\"><strong>O EI na Prov\u00edncia da \u00c1frica Ocidental (ISWAP) <\/strong>\u00e9 uma das maiores e mais letais filiais do EI. Controla vastas \u00e1reas de territ\u00f3rio e j\u00e1 matou ou deslocou milhares de pessoas na Nig\u00e9ria e nos pa\u00edses vizinhos. A filial foi formada em 2015 depois de separar-se do Boko Haram. Colabora com o EI na Prov\u00edncia do Sahel.<br \/>\nCom cerca de 4.000 a 7.000 combatentes, opera principalmente no nordeste da Nig\u00e9ria, com focos em toda a regi\u00e3o do Lago Chade, na fronteira entre Camar\u00f5es, Chade, N\u00edger e Nig\u00e9ria.<\/span><\/span><\/span><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O\u00a0Jama\u2019at Nusrat al-Islam wal-Muslimin, afiliado da al-Qaeda, realizou um ataque coordenado e abrangente a sete locais militares no oeste do Mali, incluindo perto das fronteiras com o Senegal e a Maurit\u00e2nia, em meados de 2025. 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