{"id":125118,"date":"2025-05-01T09:21:01","date_gmt":"2025-05-01T13:21:01","guid":{"rendered":"https:\/\/adf-magazine.com\/?p=125118"},"modified":"2025-05-05T11:37:59","modified_gmt":"2025-05-05T15:37:59","slug":"desactivando-a-ameaca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2025\/05\/desactivando-a-ameaca\/","title":{"rendered":"Desactivando a Amea\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>Nas quase duas d\u00e9cadas desde que a Uni\u00e3o Africana lan\u00e7ou a sua miss\u00e3o para estabilizar a Som\u00e1lia, houve uma arma que causou os maiores danos. O grupo terrorista al-Shabaab utilizou repetidamente dispositivos explosivos improvisados para destruir a paz, espalhar o medo e fazer descarrilar o progresso.<\/p>\n<p>Os terroristas colocam as bombas, tamb\u00e9m conhecidas como DEI, nas principais rotas de abastecimento, em mercados com muita gente e em todo o lado. O Servi\u00e7o de Ac\u00e7\u00e3o contra as Minas das Na\u00e7\u00f5es Unidas chamou a estas bombas caseiras um \u201cproblema de 20 d\u00f3lares que requer uma solu\u00e7\u00e3o de um milh\u00e3o de d\u00f3lares.\u201d<\/p>\n<p>Em 2007, o primeiro ano da miss\u00e3o da UA, foram registados 57 ataques com DEI na Som\u00e1lia. Em 2023, 600 ataques com DEI resultaram em 1.500 mortes. No in\u00edcio da insurg\u00eancia, o grupo terrorista pode levar um ano a construir um dispositivo explosivo improvisado transportado por ve\u00edculo (VBDEI) capaz de matar dezenas de pessoas. Em 2023, o al-Shabaab estava a detonar v\u00e1rios VBDEI por m\u00eas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cO al-Shabaab considera agora os DEI como a sua arma de elei\u00e7\u00e3o,\u201d o Coronel Wilson Kabeera, comandante da Escola de Engenheiros de Combate do Uganda, disse \u00e0 ADF. \u201cTem evolu\u00eddo ao longo do tempo.\u201d Kabeera acrescentou que as primeiras bombas eram simples explosivos de 5 quilos accionados por uma placa de press\u00e3o, enquanto os DEI actuais podem conter uma carga explosiva de 100 quilos.<\/p>\n<hr \/>\n<h5><strong>Entre 2015 e 2022, os ataques com DEI multiplicaram-se na \u00c1frica Oriental numa altura em que os grupos terroristas visavam civis e militares.<\/strong><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2.jpg\"><br \/>\n<img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-125120\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2.jpg\" alt=\"\" width=\"900\" height=\"517\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2.jpg 900w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2-300x172.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2-768x441.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2-150x86.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Graph2-450x259.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 900px) 100vw, 900px\" \/><\/a><\/h5>\n<hr \/>\n<p>A Som\u00e1lia n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico foco de DEI. Os terroristas est\u00e3o a utilizar DEI em Mo\u00e7ambique, no Sahel e na Bacia do Lago Chade. Na Nig\u00e9ria, os ataques com DEI, sobretudo por parte do Boko Haram, s\u00e3o a forma mais mort\u00edfera de viol\u00eancia, sendo respons\u00e1veis por 84% dos civis mortos em ataques terroristas.<\/p>\n<p>No segundo semestre de 2024, grupos extremistas nigerianos fizeram manchetes ao voltarem \u00e0 t\u00e1ctica dos atentados suicidas. A \u00c1frica Ocidental registou um aumento dr\u00e1stico dos ataques com DEI, passando de quatro incidentes em 2013 para 540 em 2021.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os especialistas acreditam que cabe a qualquer ex\u00e9rcito que enfrente uma insurg\u00eancia investir em forma\u00e7\u00e3o e tecnologia contra os DEI, principalmente porque os civis s\u00e3o a esmagadora maioria das v\u00edtimas.<\/p>\n<p>\u201cO perigo para os civis \u00e9 bastante grande,\u201d disse Sean Burke, gestor do programa de combate aos dispositivos explosivos improvisados (C-DEI) no Comando dos EUA para \u00c1frica. \u201cPortanto, o problema \u00e9 que, se estamos a tentar proteger a nossa popula\u00e7\u00e3o e estabelecer ou manter um pa\u00eds est\u00e1vel, este \u00e9 um dos perigos que definitivamente tem de ser combatido.\u201d<\/p>\n<p><strong>Um Passo \u00e0 Frente dos Advers\u00e1rios<\/strong><\/p>\n<p>Um DEI \u00e9 normalmente definido como qualquer explosivo que n\u00e3o \u00e9 fabricado industrialmente ou produzido de forma normalizada. Muitas vezes, \u00e9 fabricado atrav\u00e9s da montagem manual de componentes que s\u00e3o desviadas da sua utiliza\u00e7\u00e3o prevista.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de DEI no campo de batalha remonta ao s\u00e9culo XVI, quando os soldados cavavam po\u00e7os conhecidos como \u201cfougasses\u201d e os enchiam de explosivos para acender um rastilho e deton\u00e1-los quando um inimigo se aproximasse. Ao longo dos anos, quando explosivos industriais como o TNT,<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>a nitroglicerina e a p\u00f3lvora negra se tornaram amplamente dispon\u00edveis, a pr\u00e1tica generalizou-se. Os DEI t\u00eam sido utilizados na maioria dos conflitos desde o s\u00e9culo XIX. Constituem um dos instrumentos preferidos dos grupos insurgentes que se dedicam \u00e0 guerra assim\u00e9trica a n\u00edvel mundial.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os DEI incluem normalmente v\u00e1rias componentes simples: uma fonte de energia, um interruptor que activa o dispositivo, um iniciador que o acende e um agente explosivo. As categorias gerais s\u00e3o:<\/p>\n<p><b>Um DEI de comando, <\/b>em que o criminoso controla a explos\u00e3o.<\/p>\n<p><b>Um DEI temporizado,<\/b> concebido para explodir num determinado momento e que \u00e9 activado por meios el\u00e9ctricos ou qu\u00edmicos.<\/p>\n<p><b>Um DEI accionado pela v\u00edtima,<\/b> que \u00e9 activado quando esta pisa uma placa de press\u00e3o ou quebra um fio de disparo.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Um DEI projectado,<\/b> que \u00e9 lan\u00e7ado contra o alvo pretendido.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Um DEI suicida,<\/b> que \u00e9 detonado por atacantes para se matarem a si pr\u00f3prios e a outros.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Kabeera afirmou que os dispositivos utilizados actualmente s\u00e3o mais baratos, mais mortais e mais dif\u00edceis de detectar. Muitos s\u00e3o controlados por r\u00e1dio e t\u00eam uma carga explosiva concebida para lan\u00e7ar um penetrador moldado que pode perfurar a blindagem do ve\u00edculo. O gatilho pode ser algo t\u00e3o amplamente dispon\u00edvel como um alarme de mota ou um telem\u00f3vel.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<figure id=\"attachment_124576\" aria-describedby=\"caption-attachment-124576\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-124576\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK-150x100.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_5_CMYK-450x300.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-124576\" class=\"wp-caption-text\">T\u00e9cnicos ugandeses de neutraliza\u00e7\u00e3o de engenhos explosivos utilizam um robot durante um exerc\u00edcio na Som\u00e1lia. ATMIS<\/figcaption><\/figure>\n<p>O objectivo \u00e9 causar o m\u00e1ximo de carnificina e p\u00e2nico. Algumas bombas utilizadas na Som\u00e1lia foram concebidas para serem activadas quando as for\u00e7as de seguran\u00e7a passam um detector de metais por cima delas. Noutros casos, os DEI secund\u00e1rios s\u00e3o estrategicamente colocados para atingir o pessoal m\u00e9dico e os socorristas ap\u00f3s uma explos\u00e3o inicial.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os especialistas em C-DEI t\u00eam de correr constantemente para se manterem um passo \u00e0 frente dos advers\u00e1rios em termos de tecnologia e t\u00e1cticas.<\/p>\n<p>\u201cA forma\u00e7\u00e3o e a reciclagem devem manter-se durante toda a opera\u00e7\u00e3o para compensar a tend\u00eancia humana para a complac\u00eancia,\u201d disse Kabeera. \u201cAtrav\u00e9s da sensibiliza\u00e7\u00e3o, forma\u00e7\u00e3o, actualiza\u00e7\u00e3o e sensibiliza\u00e7\u00e3o para as amea\u00e7as, tanto para os operadores de C-DEI como para as tropas de infantaria, todos est\u00e3o conscientes da situa\u00e7\u00e3o e sabem o que fazer.\u201d<\/p>\n<p>O Uganda esfor\u00e7ou-se por melhorar a sua forma\u00e7\u00e3o. Todos os soldados da For\u00e7a de Defesa Popular do Uganda (UPDF) destacados para a Som\u00e1lia frequentam cursos sobre a neutraliza\u00e7\u00e3o de DEI e outros engenhos, cursos de sensibiliza\u00e7\u00e3o para os riscos dos explosivos e sobre como procurar DEI nas estradas. Existem cursos de actualiza\u00e7\u00e3o durante o destacamento. A UPDF tamb\u00e9m est\u00e1 a formar especialistas em investiga\u00e7\u00e3o p\u00f3s-explos\u00e3o, tratamento de traumas de combate e contramedidas electr\u00f3nicas, entre outras coisas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>No campo de batalha, segundo Kabeera, as tropas adoptaram uma abordagem que incorpora informa\u00e7\u00f5es recolhidas de civis e da vigil\u00e2ncia a\u00e9rea. As tropas s\u00e3o informadas sobre os DEI antes de qualquer opera\u00e7\u00e3o e existem estrat\u00e9gias para proteger as zonas libertadas dos ataques de DEI.<\/p>\n<p>\u201cO progresso feito pela UPDF tem sido muito eficaz, mas n\u00e3o \u00e9 suficiente para mitigar e derrotar os grupos terroristas por si s\u00f3, sem o envolvimento de parceiros,\u201d disse Kabeera. \u201c\u00c9 necess\u00e1rio mais apoio por parte dos Aliados e Parceiros, e \u00e9 essencial a orienta\u00e7\u00e3o do pessoal da UPDF atrav\u00e9s de especialistas na mat\u00e9ria para evitar a perda de compet\u00eancias. No entanto, a abordagem C-DEI da UPDF dotou as nossas equipas dos atributos correctos para derrotar os DEI.\u201d<\/p>\n<figure id=\"attachment_124572\" aria-describedby=\"caption-attachment-124572\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-124572\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK-150x100.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/IED_3_CMYK-450x300.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-124572\" class=\"wp-caption-text\">Um soldado et\u00edope verifica a estrada em busca de potenciais explosivos durante um exerc\u00edcio em Baidoa, na Som\u00e1lia. ATMIS<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Um Impulso Continental<\/strong><\/p>\n<p>Em toda a \u00c1frica, as for\u00e7as armadas est\u00e3o a investir na forma\u00e7\u00e3o em C-DEI com curr\u00edculos avan\u00e7ados, novas instala\u00e7\u00f5es e tecnologia. Os EUA e outros parceiros, incluindo a Fran\u00e7a, a Alemanha, a It\u00e1lia e o Reino Unido, tentaram normalizar a forma\u00e7\u00e3o utilizando apenas m\u00f3dulos do curr\u00edculo da ONU para a destrui\u00e7\u00e3o de DEI, o que permite a continuidade da forma\u00e7\u00e3o entre parceiros.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A <b>Tun\u00edsia<\/b> emergiu como um l\u00edder continental e est\u00e1 a fazer progressos no sentido de ter o primeiro Centro de Excel\u00eancia C-DEI de \u00c1frica certificado pela ONU. O centro de T\u00fanis est\u00e1 totalmente equipado com peritos e tem capacidade para ministrar o conjunto completo de cursos sobre C-DEI e neutraliza\u00e7\u00e3o de engenhos explosivos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O <b>Qu\u00e9nia<\/b> est\u00e1 a construir um centro de forma\u00e7\u00e3o em C-DEI em Embakasi, na sua Escola Humanit\u00e1ria de Apoio \u00e0 Paz, que j\u00e1 oferece cursos a estudantes militares de todo o continente. Em Agosto de 2024, o Qu\u00e9nia acolheu a 6.\u00aa Confer\u00eancia sobre Dispositivos Explosivos Improvisados.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O <b>Senegal<\/b> est\u00e1 a expandir a forma\u00e7\u00e3o em C-DEI no seu Centro de Forma\u00e7\u00e3o de Desminagem de Bargny e est\u00e1 a construir uma nova escola de engenharia militar no mesmo local. Em 2023, os desminadores senegaleses tornaram-se os primeiros a concluir o curso de Derrota de Dispositivos Explosivos Improvisados da ONU com a ajuda de instrutores do Ex\u00e9rcito dos EUA.<\/p>\n<p>Os defensores esperam que o aumento das compet\u00eancias locais permita que as equipas de instrutores africanos exportem conhecimentos sobre C-DEI para todo o continente e que as novas instala\u00e7\u00f5es africanas permitam um maior acesso \u00e0 forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cEst\u00e3o a come\u00e7ar a partilhar o peso da forma\u00e7\u00e3o,\u201d disse Burke. \u201c\u00c9 esse o significado disso. Isso mostra que os nossos parceiros africanos t\u00eam os conhecimentos necess\u00e1rios.\u201d<\/p>\n<p><strong><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-125125\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3.jpg\" alt=\"\" width=\"654\" height=\"695\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3.jpg 654w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3-300x319.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3-150x159.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info3-450x478.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 654px) 100vw, 654px\" \/><\/a>Desmantelando Redes<\/strong><\/p>\n<p>O aspecto mais dif\u00edcil do trabalho com os C-DEI \u00e9 interromper a cadeia de abastecimento que permite aos grupos extremistas produzir os engenhos. A forma\u00e7\u00e3o sobre \u201catacar a rede\u201d \u00e9 dif\u00edcil porque muitas das componentes utilizadas em simples DEI tamb\u00e9m t\u00eam aplica\u00e7\u00f5es civis. Artigos como iniciadores el\u00e9ctricos, cord\u00f5es detonantes, telem\u00f3veis e precursores de explosivos, como o nitrato de am\u00f3nio, s\u00e3o necess\u00e1rios para a constru\u00e7\u00e3o, a agricultura e outras actividades comerciais. No entanto, segundo os especialistas, a \u00fanica forma de acabar com o problema \u00e9 atacar as cadeias de abastecimento de DEI, os fabricantes de bombas, os financiadores e as oficinas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cSe n\u00e3o tentarmos ir atr\u00e1s dos bandidos, dos fornecedores e dos financiadores de todas as pessoas que s\u00e3o necess\u00e1rias para apoiar esse tipo de opera\u00e7\u00f5es, ent\u00e3o \u00e9 um jogo de Whac-A-Mole, e nunca vamos conseguir chegar \u00e0 frente,\u201d disse Burke.<\/p>\n<p>Na Som\u00e1lia, certos materiais explosivos, precursores e artigos como os detonadores s\u00e3o controlados e requerem autoriza\u00e7\u00f5es especiais de importa\u00e7\u00e3o. Contudo, os limites \u00e0 importa\u00e7\u00e3o tiveram pouco efeito. Uma avalia\u00e7\u00e3o concluiu que cerca de 60% dos explosivos utilizados nos ataques do al-Shabaab perto da fronteira com o Qu\u00e9nia tinham sido obtidos atrav\u00e9s da captura de muni\u00e7\u00f5es n\u00e3o deflagradas, como cartuchos de artilharia, ou do roubo de muni\u00e7\u00f5es militares.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-125129\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2.jpg\" alt=\"\" width=\"1124\" height=\"719\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2.jpg 1124w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2-300x192.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2-1024x655.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2-768x491.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2-150x96.jpg 150w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/ADF_V18N1_POR_Info2-450x288.jpg 450w\" sizes=\"(max-width: 1124px) 100vw, 1124px\" \/><\/a>\u201cOs operativos do al-Shabaab n\u00e3o precisam de ir ao estrangeiro para obter materiais b\u00e1sicos para os DEI, a maior parte dos quais s\u00e3o adquiridos localmente. Para al\u00e9m das muni\u00e7\u00f5es n\u00e3o deflagradas que cobrem o pa\u00eds ap\u00f3s um quarto de s\u00e9culo de conflito, o al-Shabaab recebe dos seus inimigos as principais cargas de DEI,\u201d Daisy Muibu e Benjamin Nickels escreveram para o Centro de Combate ao Terrorismo em West Point. \u201cAtrav\u00e9s da apreens\u00e3o e compra de material dispon\u00edvel na Som\u00e1lia, o al-Shabaab tem todas as pe\u00e7as de que necessita para os DEI.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Os especialistas em C-DEI afirmam que necessitam de forma\u00e7\u00e3o forense para detectar a origem das componentes dos explosivos e de uma melhor gest\u00e3o e contabiliza\u00e7\u00e3o dos stocks para garantir que as muni\u00e7\u00f5es militares n\u00e3o caem em m\u00e3os inimigas. \u00c9 igualmente necess\u00e1rio criar parcerias regionais para acompanhar as importa\u00e7\u00f5es suspeitas ou a circula\u00e7\u00e3o de mercadorias atrav\u00e9s das fronteiras.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 necess\u00e1ria uma abordagem hol\u00edstica e, para ser eficaz, esta abordagem deve abranger uma vasta regi\u00e3o geogr\u00e1fica,\u201d os investigadores do Small Arms Survey escreveram num relat\u00f3rio sobre o tr\u00e1fico de componentes de engenhos explosivos na \u00c1frica Ocidental. \u201cSem uma abordagem sincronizada e comum a n\u00edvel regional, os traficantes limitar-se-\u00e3o a identificar novas fontes clandestinas e a tirar partido de leis e regulamentos fracos e inconsistentes para obterem os materiais que procuram. H\u00e1 algumas desvantagens numa abordagem regional e muitos benef\u00edcios potenciais.\u201d <span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nas quase duas d\u00e9cadas desde que a Uni\u00e3o Africana lan\u00e7ou a sua miss\u00e3o para estabilizar a Som\u00e1lia, houve uma arma que causou os maiores danos. O grupo terrorista al-Shabaab utilizou repetidamente dispositivos explosivos improvisados para destruir a paz, espalhar o medo e fazer descarrilar o progresso. 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