{"id":113751,"date":"2024-04-03T15:29:50","date_gmt":"2024-04-03T19:29:50","guid":{"rendered":"https:\/\/adf-magazine.com\/?p=113751"},"modified":"2024-04-08T11:37:53","modified_gmt":"2024-04-08T15:37:53","slug":"reservas-da-vida-selvagem-em-risco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/adf-magazine.com\/pt-pt\/2024\/04\/reservas-da-vida-selvagem-em-risco\/","title":{"rendered":"Reservas da Vida Selvagem em Risco"},"content":{"rendered":"<p>EQUIPA DA ADF<\/p>\n<p>Durante anos, a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) tem sido afectada por gangues internacionais que abatem e vendem partes de animais em vias de extin\u00e7\u00e3o.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>\u201cA RDC, que faz fronteira com nove pa\u00edses, serve como um importante ponto de tr\u00e2nsito para o movimento de pe\u00e7as traficadas,\u201d informou a ag\u00eancia de not\u00edcias ambientais Mongabay em 2022. \u201cA na\u00e7\u00e3o centro-africana, que alberga a maior faixa de floresta tropical da Bacia do Congo, \u00e9 tamb\u00e9m um pa\u00eds de origem de produtos ilegais da vida selvagem.\u201d<\/p>\n<p>Num dos casos, as autoridades efectuaram investiga\u00e7\u00f5es durante tr\u00eas anos antes de invadir um \u201cesconderijo\u201d na cidade de Lubumbashi, apreendendo 2 toneladas m\u00e9tricas de marfim avaliado em 6 milh\u00f5es de d\u00f3lares.<\/p>\n<p>As autoridades que efectuaram a rusga disseram que as presas provinham de mais de 150 elefantes. As tr\u00eas pessoas detidas em Maio de 2022 eram consideradas membros de uma grande rede de tr\u00e1fico de animais selvagens que operava em toda a \u00c1frica Austral, segundo a Mongabay.<\/p>\n<p>Cinco meses mais tarde, os agentes de seguran\u00e7a prenderam dois homens e as autoridades apreenderam 3,5 milh\u00f5es de d\u00f3lares em marfim, cornos de rinoceronte e escamas de pangolim provenientes da RDC. Os homens reconheceram que, de Novembro de 2019 a Junho de 2021, enviaram 22 quilogramas de marfim de Kinshasa, cortando as presas em peda\u00e7os menores, pintando-as de preto e rotulando-as como madeira, informou a The Associated Press.<\/p>\n<figure id=\"attachment_113398\" aria-describedby=\"caption-attachment-113398\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310.jpg\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-113398\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"721\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310-1024x684.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310-768x513.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1209593310-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-113398\" class=\"wp-caption-text\">Um pangolim-de-barriga-branca foi resgatado de traficantes locais de animais no Uganda. As escamas destas pequenas criaturas s\u00e3o utilizadas na medicina tradicional chinesa, apesar de n\u00e3o terem qualidades medicinais. AFP\/GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p>As presas de elefante, os chifres de rinoceronte, as escamas de pangolim e at\u00e9 as peles de burro s\u00e3o mercadorias muito procuradas na \u00c1sia, sobretudo na China. As presas s\u00e3o esculpidas em ornamentos e j\u00f3ias elaborados e caros, e os chifres, as escamas e as peles s\u00e3o utilizados na medicina tradicional chinesa (MTC). A procura de peles de burro s\u00f3 na \u00c1sia est\u00e1 estimada em 5 milh\u00f5es por ano. Nenhum destes materiais org\u00e2nicos \u00e9 comercializado legalmente.<\/p>\n<p>Os grupos criminosos acumulam estes materiais na RDC enquanto planeiam formas de os transportar para fora do pa\u00eds. O grupo de investiga\u00e7\u00e3o ambiental Oxpeckers diz que o que acontece ao marfim e a outros bens apreendidos \u00e9 geralmente desconhecido. O ambientalista da RDC Josu\u00e9 Aruna diz que esses bens apreendidos \u201cprovavelmente voltar\u00e3o ao mercado negro,\u201d porque as autoridades n\u00e3o revelam o que fazem com eles. Durante a Confer\u00eancia das Partes da Conven\u00e7\u00e3o sobre o Com\u00e9rcio Internacional das Esp\u00e9cies da Fauna e da Flora Selvagens Amea\u00e7adas de Extin\u00e7\u00e3o (CITES), em 2019, as autoridades afirmaram estar \u201ccientes de uma s\u00e9rie de roubos de marfim de stocks detidos pelo governo nos \u00faltimos anos.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Este com\u00e9rcio ilegal tem um custo enorme. Animais em vias de extin\u00e7\u00e3o s\u00e3o abatidos e centenas de guardas da vida selvagem foram assassinados no cumprimento do seu dever.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>O contrabando \u00e9 feito \u00e0 custa da boa governa\u00e7\u00e3o local, da estabilidade da comunidade e da seguran\u00e7a regional.<\/p>\n<p>O dinheiro do com\u00e9rcio tamb\u00e9m financia grupos extremistas. Como refere a Humane Society International, v\u00e1rios grupos de mil\u00edcias africanas \u201cenvolveram-se na ca\u00e7a furtiva de elefantes e utilizaram os lucros da venda do marfim para financiar as suas actividades terroristas.\u201d<\/p>\n<p>Os pa\u00edses de toda a \u00c1frica debatem-se com o manuseamento e armazenamento de marfim e chifres de rinoceronte confiscados. A organiza\u00e7\u00e3o de conserva\u00e7\u00e3o Traffic, num relat\u00f3rio publicado em 2020, referiu que \u201cuma das fontes conhecidas de marfim ilegal \u00e9 a fuga de stocks detidos pelo governo.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A Traffic constatou que o marfim e os cornos de rinoceronte confiscados podem acabar armazenados em bancos, postos de patrulha, est\u00e2ncias aduaneiras, tribunais, esquadras de pol\u00edcia e outras ag\u00eancias.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A Oxpeckers informou que, normalmente, estas ag\u00eancias podem conservar as mercadorias durante um per\u00edodo ilimitado e que os stocks n\u00e3o s\u00e3o inventariados.<\/p>\n<figure id=\"attachment_113414\" aria-describedby=\"caption-attachment-113414\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-113414\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1241426698-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-113414\" class=\"wp-caption-text\">Um gestor de uma quinta na \u00c1frica do Sul mostra a sua burra de 8 anos, Elsa. A medicina tradicional chinesa pode incluir uma subst\u00e2ncia feita de pele de burro. A popula\u00e7\u00e3o de burros est\u00e1 agora a diminuir em pa\u00edses como Burquina Faso, Qu\u00e9nia e \u00c1frica do Sul. AFP\/GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>PROTEC\u00c7\u00c3O DE UMA RESERVA<\/strong><\/p>\n<p>Mesmo quando o marfim e outros bens confiscados n\u00e3o regressam ao mercado negro, permanece o problema de saber o que fazer com eles. O Zimbabwe, que alberga a segunda maior popula\u00e7\u00e3o de elefantes do mundo, a seguir ao Botswana, possui um dep\u00f3sito de marfim e de chifres de rinoceronte confiscados no valor de 600 milh\u00f5es de d\u00f3lares. O armazenamento das 130 toneladas m\u00e9tricas de marfim e das 6 a 7 toneladas m\u00e9tricas de cornos de rinoceronte \u00e9 um problema de seguran\u00e7a dispendioso devido ao volume do material.<\/p>\n<p>O Zimbabwe pretende vender o marfim e o corno de rinoceronte confiscados para ajudar a financiar a protec\u00e7\u00e3o da vida selvagem do pa\u00eds. O canal digital TRT Afrika informa que a Autoridade dos Parques e da Vida Selvagem do Zimbabwe tem tido dificuldades devido a restri\u00e7\u00f5es financeiras nos \u00faltimos anos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A autoridade n\u00e3o est\u00e1 inclu\u00edda no or\u00e7amento nacional e, independentemente, precisa de pelo menos 20 milh\u00f5es de d\u00f3lares anuais para garantir o seu trabalho de conserva\u00e7\u00e3o. A autoridade precisa de mais carros de patrulha, drones de vigil\u00e2ncia e pessoal.<\/p>\n<p>H\u00e1 dois anos que o Zimbabwe tem vindo a solicitar a compra. At\u00e9 \u00e0 data, a resposta tem sido negativa.<\/p>\n<p>Em 1989, a CITES proibiu a venda de marfim. No in\u00edcio, a proibi\u00e7\u00e3o funcionou e a procura de marfim em algumas partes do mundo caiu para um m\u00ednimo hist\u00f3rico. A Humane Society International referiu que \u201co com\u00e9rcio ilegal foi severamente restringido e as f\u00e1bricas de escultura em marfim da China e as lojas de Hong Kong foram encerradas.\u201d Mas em 1999, a CITES aprovou uma venda \u00fanica de quase 50 toneladas de marfim armazenado do Botswana, da Nam\u00edbia e do Zimbabwe ao Jap\u00e3o. Isso desencadeou um interesse renovado pelo marfim e, de Janeiro de 2000 a Junho de 2002, mais de 1.000 elefantes africanos foram encontrados mortos, para retirada das suas presas.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>Em 2008, mais uma vez com a aprova\u00e7\u00e3o da CITES, o Botswana, a Nam\u00edbia, a \u00c1frica do Sul e o Zimbabwe exportaram 102 toneladas m\u00e9tricas de marfim armazenado pelo governo para o Jap\u00e3o e a China. A Humane Society International afirmou que a venda desencadeou mais massacres de elefantes africanos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A sociedade defende que, para salvar os elefantes, a venda de marfim deve ser ilegal, sem excep\u00e7\u00f5es para as vendas legais de reservas. Mais de 20 pa\u00edses em todo o mundo determinaram que a \u00fanica forma segura de manter o marfim e o corno de rinoceronte confiscados fora do mercado \u00e9 destru\u00ed-los, normalmente atrav\u00e9s de incinera\u00e7\u00e3o ou esmagamento.<\/p>\n<p>O Qu\u00e9nia foi o primeiro pa\u00eds a realizar uma incinera\u00e7\u00e3o p\u00fablica em 1989. Na altura, Paul Udoto, porta-voz do Servi\u00e7o de Vida Selvagem do Qu\u00e9nia, disse que a incinera\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica era uma \u201cmedida desesperada destinada a enviar uma mensagem ao mundo sobre a destrui\u00e7\u00e3o dos elefantes do Qu\u00e9nia atrav\u00e9s da ca\u00e7a furtiva,\u201d informou mais tarde a Tsavo Trust, uma organiza\u00e7\u00e3o de conserva\u00e7\u00e3o. A incinera\u00e7\u00e3o do marfim n\u00e3o \u00e9 uma tarefa f\u00e1cil: demora cerca de uma semana para incinerar uma presa de elefante macho m\u00e9dio.<\/p>\n<p>Os conservacionistas e os governos que apoiam a destrui\u00e7\u00e3o dos bens confiscados afirmam que esta pr\u00e1tica refor\u00e7a o apoio p\u00fablico \u00e0 protec\u00e7\u00e3o dos animais em vias de extin\u00e7\u00e3o e envia uma mensagem aos ca\u00e7adores furtivos de que o seu trabalho \u00e9 imoral e in\u00fatil. Os cr\u00edticos afirmam que esta pr\u00e1tica n\u00e3o s\u00f3 pode aumentar a ca\u00e7a furtiva ao criar uma percep\u00e7\u00e3o de escassez no mercado negro, como tamb\u00e9m priva os pa\u00edses da oportunidade de ganharem milh\u00f5es de d\u00f3lares com o seu trabalho de travar os contrabandistas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_113442\" aria-describedby=\"caption-attachment-113442\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-113442\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/GettyImages-1589177474-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-113442\" class=\"wp-caption-text\">Autoridades indon\u00e9sias destroem objectos de vida selvagem apreendidos, incluindo partes de pangolins, tartarugas e outros animais, no dia 10 de Agosto de 2023. AFP\/GETTY IMAGES<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>MTC ESTENDE-SE PARA \u00c1FRICA<\/strong><\/p>\n<p>A pr\u00e1tica de utilizar coisas como chifres de rinoceronte, escamas de pangolim e partes de tigre na MTC remonta a s\u00e9culos. Os ingredientes animais n\u00e3o t\u00eam qualquer valor no tratamento de doen\u00e7as, mas a sua utiliza\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00e3o frequente na MTC que algumas das criaturas se tornaram amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o. Foram abatidos tantos pangolins asi\u00e1ticos que os contrabandistas passaram a capturar pangolins africanos.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A African Wildlife Foundation refere que os ca\u00e7adores furtivos matam cerca de 2,7 milh\u00f5es de pangolins africanos por ano, o que faz deles o mam\u00edfero mais traficado do mundo. As escamas s\u00e3o utilizadas na MTC para tratar uma variedade de doen\u00e7as, incluindo a artrite e o cancro. As escamas s\u00e3o compostas por queratina, o mesmo material das unhas humanas.<\/p>\n<p>\u201cO n\u00edvel a que os pangolins est\u00e3o a ser traficados \u00e9 enorme em compara\u00e7\u00e3o com o que era no passado,\u201d afirmou Sarah Stoner, da Wildlife Justice Commission, em 2020, segundo a revista National Geographic. \u201c\u00c9 um n\u00edvel completamente diferente.\u201d<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o vai piorar. A Iniciativa do Cintur\u00e3o e Rota da China, que financia infra-estruturas em todo o mundo, tem como objectivo declarado a difus\u00e3o da MTC. A Ag\u00eancia de Investiga\u00e7\u00e3o Ambiental afirma que \u201cgrandes empresas e in\u00fameras cl\u00ednicas j\u00e1 se estabeleceram em todo o continente e alguns retalhistas planeiam estabelecer cadeias de abastecimento completas, desde o abastecimento at\u00e9 \u00e0s vendas.\u201d<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p>A nossa preocupa\u00e7\u00e3o real \u00e9 que uma expans\u00e3o t\u00e3o grande da MTC em \u00c1frica, como a que est\u00e1 a acontecer no \u00e2mbito da Iniciativa do Cintur\u00e3o e Rota da China, tenha o efeito de aumentar drasticamente a procura de tratamentos que contenham animais selvagens,\u201d informou a ag\u00eancia. \u00c9 \u201cuma receita para o desastre de algumas esp\u00e9cies animais amea\u00e7adas, como leopardos, pangolins e rinocerontes.\u201d<\/p>\n<figure id=\"attachment_113330\" aria-describedby=\"caption-attachment-113330\" style=\"width: 1080px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><a href=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-113330\" src=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726.jpg\" alt=\"\" width=\"1080\" height=\"720\" srcset=\"https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726.jpg 1080w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726-300x200.jpg 300w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726-768x512.jpg 768w, https:\/\/adf-magazine.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/AP16110755915726-272x182.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 1080px) 100vw, 1080px\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-113330\" class=\"wp-caption-text\">Pol\u00edcia armada dos Camar\u00f5es garante a seguran\u00e7a de presas de elefante traficadas ilegalmente, que foram posteriormente incineradas. THE ASSOCIATED PRESS<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>COMO ACABAR COM O TR\u00c1FICO?<\/strong><\/p>\n<p>Os conservacionistas e os defensores da protec\u00e7\u00e3o dos animais dizem que \u00e9 necess\u00e1rio mais trabalho para acabar com a venda ilegal de animais em vias de extin\u00e7\u00e3o e evitar que os materiais confiscados voltem a entrar no mercado negro. A Funda\u00e7\u00e3o Africana para a Vida Selvagem afirma que todos os controlos da comercializa\u00e7\u00e3o de partes de animais come\u00e7am com uma estrat\u00e9gia de tr\u00eas vertentes: \u201cAcabar com as mortes, com o tr\u00e1fico e com a procura.\u201d<\/p>\n<p>A Ag\u00eancia de Investiga\u00e7\u00e3o Ambiental tem um plano para acabar com o com\u00e9rcio de marfim, mas este tamb\u00e9m se aplicaria, em parte, a outras formas de tr\u00e1fico de animais. O plano inclui o desmantelamento de redes criminosas, atrav\u00e9s de investiga\u00e7\u00f5es secretas, o trabalho para encerrar todos os mercados de marfim, a exposi\u00e7\u00e3o do centro global do com\u00e9rcio ilegal de marfim, o desmantelamento de sindicatos de tr\u00e1fico de marfim e a continua\u00e7\u00e3o da press\u00e3o para que sejam adoptadas leis internacionais que pro\u00edbam essas vendas.<\/p>\n<p>Outras ag\u00eancias e peritos recomendaram as seguintes medidas para acabar com a venda de partes de animais no mercado negro:<\/p>\n<p><b>Aumentar a protec\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies amea\u00e7adas.<\/b> O Malawi est\u00e1 a utilizar tecnologia acess\u00edvel, como os drones de vigil\u00e2ncia, para apoiar os guardas-florestais na sua tentativa de proteger a vida selvagem.<\/p>\n<p><b>Incentivar o turismo.<\/b> Investir em infra-estruturas para que os turistas possam visitar as reservas de vida selvagem pode ser um ganho financeiro. Para al\u00e9m das receitas tur\u00edsticas, os turistas munidos de uma m\u00e1quina fotogr\u00e1fica podem dissuadir os potenciais ca\u00e7adores furtivos. Pa\u00edses como o Botswana, que t\u00eam uma forte orienta\u00e7\u00e3o para a conserva\u00e7\u00e3o, atraem turistas que est\u00e3o ansiosos por ver rinocerontes, elefantes e outros animais.<\/p>\n<p><b>Parceria com grupos da sociedade civil. <\/b>Os governos t\u00eam tido sucesso na colabora\u00e7\u00e3o com institui\u00e7\u00f5es de caridade e grupos ambientais que protegem esp\u00e9cies amea\u00e7adas. Estes esfor\u00e7os dos sectores p\u00fablico e privado podem pressionar os pa\u00edses de destino a refor\u00e7ar a aplica\u00e7\u00e3o da legisla\u00e7\u00e3o.<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><b>Processar agressivamente os traficantes de animais selvagens.<\/b> \u201cCoordenar investiga\u00e7\u00f5es transfronteiri\u00e7as e reunir as provas necess\u00e1rias \u00e9 complicado,\u201d refere a Mongabay. \u201cOs crimes contra a vida selvagem n\u00e3o s\u00e3o, muitas vezes, considerados priorit\u00e1rios pelas ag\u00eancias de aplica\u00e7\u00e3o da lei ou pelas autoridades judiciais.\u201d Outros peritos afirmam que a ac\u00e7\u00e3o penal s\u00f3 pode ser t\u00e3o boa quanto a integridade dos sistemas judiciais e o profissionalismo no tratamento das provas. O grupo de defesa da vida selvagem concluiu: \u201cA corrup\u00e7\u00e3o e\/ou a falta de aplica\u00e7\u00e3o adequada da lei permite que o crime organizado e o terrorismo ganhem terreno em alguns pa\u00edses e alimenta o com\u00e9rcio de marfim.\u201d <span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EQUIPA DA ADF Durante anos, a Rep\u00fablica Democr\u00e1tica do Congo (RDC) tem sido afectada por gangues internacionais que abatem e vendem partes de animais em vias de extin\u00e7\u00e3o.\u00a0 \u201cA RDC, que faz fronteira com nove pa\u00edses, serve como um importante ponto de tr\u00e2nsito para o movimento de pe\u00e7as traficadas,\u201d informou a ag\u00eancia de not\u00edcias ambientais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":113326,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"footnotes":""},"categories":[334],"tags":[451,728,447,654,691],"class_list":{"0":"post-113751","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-reportagens","8":"tag-botswana-pt-pt","9":"tag-malawi-pt-pt","10":"tag-republica-democratica-do-congo","11":"tag-trafico-de-animais-selvagens","12":"tag-zimbabwe-pt-pt"},"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.4 - 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